terça-feira, agosto 30, 2005

Papai bi - parte 2

Na tarde seguinte ao narrado na primeira parte desta história, cheguei em casa e papai não havia ido trabalhar. Ao bater a porta da sala, ouvi-o chamar-me de seu quarto. Entrei e encontrei-o no banheiro, dentro de sua espaçosa banheira de hidromassagem cheia de espuma, relaxando.
— E aí, filhão, foi boa a aula?
Aproximei-me dele, dei-lhe um beijo no rosto, e respondi:
— Normal! Nada de mais. E você, está bem? Não foi trabalhar hoje?
— Não estava com cabeça para pensar em nada. Fiquei meio preocupado com você.
— Comigo?! Por quê?
Papai ajeitou-se na banheira, sentando – estava antes quase deitado, mergulhado até o pescoço. E seguida, pediu-me:
— Tira sua roupa e entra aqui comigo. Vamos conversar.
Após um instante de silêncio...
— Faz tempo que não tomamos banho juntos. Lembra que quando você era pequeno adorava entrar aqui na banheira comigo? Até dormia nos meus braços e eu tinha que levá-lo para a cama!
Sorri, lembrando que era verdade. Papai sentava-me em seu colo e me ensaboava. Ficávamos relaxando na água morna e eu sempre adormecia em seus braços paternais e, quando acordava, estava em minha cama. Tirei minha roupa um pouco constrangido, afinal não era mais um menininho. Muita coisa havia mudado em meu corpo. E também nunca mais ficara nu na frente do meu pai. Entrei na banheira e sentei-me do lado aposto ao que ele se encontrava. Mas ele fez-me sentar-me à sua frente, não mais em seu colo, e, como fazia, com o sabonete começou a esfregar meu corpo. Enquanto me ensaboava, foi conversando comigo.
— Ontem eu vi uma coisa que não me sai da cabeça...
Eu gelei com essas palavras... Fiquei vermelho antes mesmo de ouvir o que papai iria dizer. Permaneci em silêncio, esperando o que ele falaria.
— Ontem, quando o Tony estava tomando banho aqui no seu quarto, eu achei que ele estava demorando muito... aí vim ver o que estava acontecendo... e encontrei vocês dois... você estava sentado na privada chupando o pau dele... Ele olhou pra mim e sorriu... você estava de olhos fechados, parecendo gostar tanto do que estava fazendo... eu saí logo do seu quarto...
Ouvindo papai falar, eu estava morrendo de vergonha e não conseguia dizer uma só palavra... Bem que eu havia ouvido o barulho da porta, mas não imaginava que fosse ele. Papai continuou a falar:
— A imagem de você chupando o pau do Tony não me saiu da cabeça a noite toda... Fiquei pensando que eu nunca soube que você gostava de homem... não soube ser um bom pai pra você... um amigo para conversar...
Eu queria dizer a ele alguma coisa, mas um nó na garganta me impedia.
— E o que mais me incomoda é que eu... eu... gostei do que vi... Ao invés de ficar bravo e gostei... E... quer saber?... fiquei com inveja do Tony... sei que é errado, mas eu queria estar no lugar dele...
Papai parou de falar e ficamos em silêncio um longo tempo, ele esfregando meu peito e minhas costas com o sabonete. Finalmente, papai quebrou o silêncio:
— Desculpe se eu nunca percebi nada! Quando você descobriu que era gay, filhão?
Demorei um pouco a responder, mas finalmente falei:
— Eu nunca tinha pensado em homens até pouco tempo atrás... até você arranjar essa namorada e vir pra cá com ela e o irmão dela. Eu achava estranho você sempre me mandar sair quando chegavam. Um dia eu fingi que saí mas voltei e fiquei espiando vocês três por aquele defeito na sua janela. Fiquei doido vendo vocês dois transando com a mulher... mas depois vi o Tony te chupar e você comer ele... A cara que vocês faziam mostrava que era muito gostoso aquilo... e eu fiquei me masturbando vendo vocês... e me deu vontade de... de...
Chegou nessa hora, eu engasguei e não conseguia falar... Papai, me ensaboando ainda, me incentivou a falar. E eu, após um silêncio, continuei:
— Eu fiquei com vontade de fazer o mesmo... mas... mas eu queria... eu queria...
— Diga, filho!
— Eu queria ficar no lugar do Tony...
Silêncio total! Papai parou de me ensaboar. Eu fiquei parado e fechei os olhos. Papai recomeçou a me ensaboar, mas agora sua mão tocou meu pau, que estava mole. Papai perguntou-me, meio gaguejante:
— Você queria estar no lugar do Tony chupando e dando o cu... para mim?!
Puxa, que difícil responder a essa pergunta! Respirei fundo e abri o jogo:
— Sim, com você, pai! Sonhei várias vezes com isso e me masturbei muito.
Dizendo isso, lembrando minhas fantasias e com a mão de meu pai tocando meu pau, este foi endurecendo... e papai passou a fazer em mim movimentos masturbatórios, o que me excitou ainda mais. Senti seu pau também endurecer e tocar minhas costas.
— Posso fazer uma pergunta? – disse-me papai.
Balancei afirmativamente a cabeça.
— O Tony te comeu também?
— Não, a gente apenas se chupou e gozou um na boca do outro.
Papai gemeu, fazendo um barulho com os dentes, mostrando que havia gostado do que eu havia dito.
— E você já deu o cuzinho antes?
— Não, pai, nunca!
— E tem vontade de dar?
— Muita...
— Nas suas fantasias comigo... eu te comia?
— Sempre...
Meu pau parecia querer explodir nas mãos do meu pai e ele, por sua vez, forçava a sua rola contra as minhas costas. Papai movimentou-se atrás de mim e, erguendo-se, sentou-se à beira da banheira, deixando à mostra sua imensa rola dura, apontando para cima. Virei-me para ele e, vendo seu pau duro, entendi logo o que ele desejava. Virei-me com a barriga para baixo e a bunda para cima e aproximei minha cabeça da rola de papai. Segurando-a com as duas mãos, chupei-a voluptuosamente, mal conseguindo engoli-la devido ao tamanho e à grossura. Papai gemia e me orientava com palavras pornográficas para chupá-lo.
Eu havia adorado chupar a rola do Tony na noite anterior, mas nada se comparava à rola de papai... imensa, dura, melada... e o que era mais excitando... era a rola do meu pai. Por mim passaria o resto da tarde com ela na minha boca, mas, depois de chupar muito e fazer papai quase gozar inúmeras vezes, ele disse que iria satisfazer a minha fantasia e tirar a minha virgindade anal. Fiquei de quatro na beira da banheira e papai veio por trás, primeiro lambendo e chupando muito meu cuzinho, depois, passando várias vezes a baba tanto do seu quanto do meu pau na entrada do meu cu, enfiando o dedo em mim e movimentando-o. À medida que ia passando mais o líquido seminal de nossas rolas em meu cu, ele, lubrificado, abria-se. Minha vontade era tanta, que relaxei e papai pode enfiar primeiro um dedo, depois dois e finalmente três. Enfiava e tirava várias vezes, exercitando o meu cu, preparando para sua rola monumental. Finalmente, não mais agüentando de tanto tesão e com seu pau pingando, papai encaixou-o no meu cu e me fez rebolar devagar ao mesmo tempo em que ia forçando a entrada... Ardeu um pouco até passa a cabeça... depois... ai, que tesão! Que delícia! Depois que a cabeça da rola de papai entrou no meu cu, ele gemeu e foi enfiando devagar, até que entrou tudo. Pelo espelho na parede eu podia ver a espada de papai sumir dentro de mim. Após entrar tudo, papai ficou parado um instante e pediu-me para não me mexer, senão ele gozaria imediatamente. Ficamos como estátuas. Após alguns instantes, ele recomeçou seu movimento, inicialmente de forma lenta... eu também recomecei a rebolar, devagar. Então papai foi intensificando suas remetidas... tirando cada vez mais o pau do meu cu e enfiando com tudo... e cada vez mais rápido... e eu rebolando mais depressa.... e papai arfando e me dizendo as maiores obscenidades possíveis, gemendo e fazendo-me gemer alto, quase gritando, pedindo a ele que me fodesse e fodesse e fodesse... Papai, alucinado de tesão, arrombava meu cu com seu caralho gigantesco e eu estava adorando e querendo mais.... Gozei sem tocar meu pau, só sentindo a rola de papai entrando e saindo do meu cu... Quando papai viu minha porra esguichar forte contra o espelho, meteu tudo de uma vez dentro de mim, urrou, me agarrando forte e eu pude sentir seu pau latejando dentro do meu cu, enchendo-o de sua porra quente.
Papai deixou-se cair dentro da banheira, sentado, encostado a uma borda. Eu quedei-me também, sobre suas pernas, meio que atravessado, abraçando-o e mantendo minha cabeça recostada em seu peito. Papai abraçou-me carinhosamente e permanecemos nessa posição até que... eu adormeci.
Quando acordei, estava na cama de papai e ele, ao meu lado, olhava-me ternamente, acariciando minha face e meu cabelos. Voltei a sentir-me o filhinho do papai, como antigamente, porém agora, eu estava acordando em sua cama e não mais na minha. Como se lesse meus pensamentos, papai sorriu-me candidamente e me disse:
— A partir de hoje, esta será a sua cama.
E dizendo isso, aproximou-se de mim. Nossos lábios encontraram-se pela primeira vez num beijo, primeiro terno, depois com nossas línguas se tocando e finalmente de forma intensa. Juntamos nossos corpos, nossos paus endureceram e iniciamos uma noite inesquecível de sexo e amor.

4 Comments:

At 1:56 AM, Anonymous Anônimo said...

Parabens, pois eu tambem queri esse pau dentro de mim me fudendo todo me jogando porra na minha boca,
me empresta o teu pai e se quiser vem junto. aerobarco@ig.com.br roberto

 
At 8:09 PM, Anonymous Anônimo said...

amei
queria ser vc

 
At 11:15 PM, Anonymous Anônimo said...

Eu achei mt fofo*---*

 
At 8:10 PM, Anonymous Anônimo said...

Essas bichas leem o conto e ficam imaginando uma trosoba no cu delas

ai viadero,. toma vergonha é conto seus doentes.

é ibncesto é doença.
vão se tratar filhos de puta

 

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