terça-feira, agosto 30, 2005

Papai Bi - parte 1

Moro sozinho com papai num apartamento no bairro do Butantã, em São Paulo, desde que mamãe morreu. Como papai era muito jovem ao ficar viúvo, embora nunca mais se tenha casado, sempre arranjava uma namorada nova. Assim, cresci sabendo acostumado com as diversas amantes que trazia para dormir com ele. Algumas sumiam rapidamente, outras permaneciam meses vindo aqui em casa e houve uma com quem ele se relacionou por quase 2 anos. Todas me tratavam muito bem, mas papai nunca quis me dar uma nova mãe. Ele mesmo se encarregava de tudo o que precisava.
Há poucos meses, papai arranjou uma namorada muito bonita, mas que eu achei um pouco mais vulgar do que as outras que eu conhecera. Ela estava sempre acompanhada do irmão dela, um rapaz de vinte e poucos anos, muito bonito, meio malhado e sempre bronzeado pelo sol. Todas as vezes que eles vinham em casa, papai me dava um dinheiro e me mandava ao shopping fazer um lance no McDonald. Claro que eu adorava isso, mas comecei a ficar curioso com o fato de sempre ter que sair de casa quando eles chegavam. Por isso, um dia, saí pela porta da frente e, sem que eles percebessem, voltei pela porta de serviço e, contornando o apartamento pela varanda que o circunda, fui até a janela do quarto de papai, que tem um defeito que permite ver, por uma fresta, o que acontece dentro.
Quando olhei pela janela, os três estavam nus, os homens com seus paus já bem duros e a mulher no meio. Meu pai, com o pau pra cima, encostado na bunda dela, virava o rosto da namorada em direção ao seu e suas línguas se cruzavam, numa tentativa de beijo. O rapaz, levemente curvado à frente da irmã, chupava seus seios, ao mesmo tempo em que sua mão esfregava a xota da mulher. Vendo aquela cena, fiquei enlouquecido de tesão. Meu pau ficou imediatamente duro e em pouco tempo, sem sequer tocar nele, gozei, melecando toda a minha cueca e molhando a minha calça. Mesmo tendo gozado, não conseguia despregar meus olhos deles.
Depois de um tempo, o rapaz deitou-se de costas na cama, com o pau apontando para o teto e sua irmã, em pé sobre ele, com uma perna de cada lado de seu corpo, foi descendo até encaixar o pau na boceta e descer por ele. Nunca imaginei uma coisa assim: o irmão comendo a boceta da irmã. Assim que ela enfiou o pau do irmão na xana, curvou-se sobre ele e começou a beijá-lo... beijo de língua! Meu pai veio por cima e enfiou seu pau duro e imenso no cu da mulher e começou a bombar. A vaca gemia feito uma cadela. O irmão, movimentando o corpo, tentava foder a boceta da mulher e meu pau ia pondo e tirando sua rola do cu. Tirei meu pau esporrado para fora da calça e comecei a me mastubar. E acabei gozando mais uma vez.
Mudando de posição, papai deitou-se na cama e a mulher deitou-se aos pés da cama, com a rola de papai na direção de sua cabeça. Segurando o pau do meu pai, começou a chupar com vontade, enquanto o irmão dela, em pé ao lado da cama, se masturbava, dizendo obscenidades à irmã, mandando a chupar aquela rola gostosa... achei estranho o cara falar que a rola do meu pai era gostosa... mas entendi o porquê! Deitando-se ao lado da irmã, ele passou a dividir com ela o pau de papai... ambos chupando alternadamente. Meu pai, pela expressão do rosto, estava tendo o maior prazer. Eu estava alucinado de tesão. Nunca imaginara papai transando com outro homem. Minha boca estava cheia de água e a todo instante eu passava a língua pelos meus lábios e engolia a saliva, como se eu também estivesse chupando. Passei a olhar para a rola do meu pai com desejo e uma vontade louca, quase incontrolável de também chupá-la. Após muita chupação, papai saiu de baixo, o rapaz ficou de quatro na cama e papai, vindo por trás, foi metendo o cacete no cu do irmão da namorada... Essa visão me levou à loucura... Eu estava hipnotizado pela cena do enorme cacete duro de papai entrando e saindo do cu de um homem lindo como aquele... A irmã do rapaz ajeitou-se por baixo dele, num 69, e começou a chupar o pau do irmão; ele, por sua vez, curvou-se sobre o corpo dela e enfiou a cara no meio de suas pernas, metendo a língua em sua boceta. Eu só ouvia os gemidos e as palavras pornográficas que eles diziam em sussuros.
Os três permaneceram transando por quase duas horas, até que a mulher deitou-se na cama e seu irmão, ajoelhado ao lado de sua cabeça, dava a rola para chupar. Meu pai, de pé bem à frente do rapaz, enfiava seu caralho na boca do rapaz, que o chupava gulosamente. De repente, papai tirou o pau da boca do irmão da namorada e, começado a se masturbar, gozou abundantemente em sua cara; o rapaz, de boca aberta e com a língua para fora, acolhia a porra de papai; quase ao mesmo tempo, o pau do rapaz esporrou na cara, boca e peito da irmã. E eu gozei de novo, deixando um rastro da minha porra na parede e no chão da varanda.
Quando os 3 começaram a se limpar, saí sem fazer barulho, passei no quarto de serviço, troquei a cueca e a calça dei a volta, até a porta de entrada. Entrei em casa, batendo a porta para indicar que eu estava de volta. Papai e seus amigos apareceram, conversando animadamente comigo, como se nada houvesse acontecido. Disse que ia tomar banho e convidou a namorada a acompanhá-la. E me pediu para levar o irmão dela ao meu quarto para tomar banho no meu banheiro, pois os três iam sair juntos naquela noite. Como se não soubesse o porque de os três precisarem de um banho, levei o rapaz até meu quarto. Disse a ele para ficar à vontade e mostrei o banheiro, o sabonete e o shampoo. Enquanto pegava uma toalha de banho no guarda-roupa, o rapaz, sem qualquer cerimônia, tirou a roupa, ficando nu na minha frente. Ainda era possível ver seu pau melado. Um fio de líquido seminal escorreu de seu pau e bateu em sua perna. Ele notou o contato úmido, passou a mão e limpou, rindo, dizendo: “Xi, acho que estou com um pouco de tesão!” Virou as costas para mim e entrou no chuveiro. Pediu-me que ficasse ali com ele, conversando. Sentei na privada, enquanto ele se banhava, podendo, disfarçadamente, olhar para seu corpo lindo através do vidro do box. Ele não fazia qualquer questão de esconder seu pau de mim. Passava sabonete, mexia no pau, punha a cabeça para fora da pele, lavava e lavava... ensaboava a bunda e, virando-se de costas para mim, notei que várias vezes, como se estivesse lavando, enfiava o dedo no cu. Voltando-se para mim, rindo, disse-me que precisava ficar tudo limpinho. E seu pau cresceu um pouco, embora não endurecesse totalmente. Continuou a se ensaboar, espalhando espuma por todo o corpo, enquanto me fazia muitas perguntas sobre mim, principalmente sobre namorada e sexo, ficando surpreso ao saber que eu era virgem e nunca havia namorado. Disse-me que na minha idade, já havia tido muita experiência... e depois de um instante de silêncio, completou: ... com homem e com mulher.
Aproveitei o comentário dele e perguntei se ele gostava de transar com homem e ele, rapidamente disse que adorava, mais do que transar com mulher. Sentindo meu pau duro, a libido me dominar, fui perguntando tudo o que me vinha à cabeça. O que ele fazia, se gostava de chupar, se era bom dar o cu e se não doía, que gosto tinha a porra... ele me respondia a tudo com naturalidade... À medida que eu perguntava essas coisas, seu pau endurecia em sua mão e ele se masturbava levemente. Minha rola, dentro da calça, parecia querer estourar e eu sentia uma umidade passar pela minha cueca. Eu não conseguia tirar meu olhos da rola do rapaz, vendo-o com mão alisando e mexendo nela. Então ele me disse: “Parece que você está gostando mesmo da nossa conversa. Seu pau está duro e sua calça está molhada”. Olhei para baixo e vi que realmente havia uma mancha úmida na direção da cabeça do meu pau, que estava visivelmente duro sob a calça. Instintivamente, cobri a área com a mão. Mas o rapaz disse que aquilo era normal nos homens e eu não devia ter vergonha de nada. E convidou-me a tirar a roupa para continuarmos a conversar... aí ele ia ficar mais à vontade, porque só ele estava pelado e mostrando prazer na conversa. Hesitei um pouco, mas ele, saindo do box, deu-me a mão, levantou-me ajudou-me a tirar a roupa. Já nu, só de meias, com o rapaz molhado à minha frente, sentei de novo na privada para tirar as meias. Olhei para cima e o rapaz olhava-me diretamente nos olhos. Começou a passar as mãos pelo meu rosto e pelo meu cabelo. Curvou-se sobre mim e me deu um beijo... meu primeiro beijo.. primeiro apenas tocando levemente nossos lábios... depois, forçando passagem, foi enfiando a língua vagarosamente em minha boca... Segurando minha cabeça com as duas mãos, passou a beijar-me voluptuosamente, enfiando a língua na minha boca e explorando-a totalmente. Senti que devia fazer o mesmo e comecei a enfiar a minha língua na sua boca, fazendo nossas línguas se tocarem e se cruzarem numa luta sensual.
Ele parou se me beijar e, ainda segurando minha cabeça em suas mãos, olhou-me diretamente nos olhos e disse-me: “Garoto tesudo! Vou te ensinar tudo o que dois machos podem fazer!” E direcionando minha boca para sua rola dura, ordenou: “Chupa o caralho do titio aqui!”. E enfiou seu pau na minha boca. Comecei a chupar aquela vara quente de carne, deliciosa, como havia visto ele e a irmã chuparem me pai. Minha cabeça ia para frente e para trás, à medida que minha boca chupava aquele caralho duro, fazendo-o entrar e sair da minha boca. Estava de olhos fechados, chupando o namorado da irmã de papai, quando ouvi o barulho da porta se fechando. Instintivamente, abri os olhos e larguei o pau e o tirei da minha boca. “O que foi isso?!”, perguntei, assustado. “Nada!”, respondeu o rapaz. “Continua!” Voltei a chupar o cacete maravilhoso dele. Depois de muito chupá-lo, ele me levou até a minha boca, deitamos, eu na cabeceira da cama e ele aos pés e, fazendo um 69, ele passou a me chupar ao mesmo tempo em que eu o chupava. Não demorou muito para eu gozar na sua boca e ele, sentindo meu gozo, esporrar na minha boca. Esperamos um pouco e em seguida fomos tomar banho juntos.
Quando entramos na sala, meu pai exclamou: “Nossa, que banho demorado!” E olhando para mim, sorrindo maliciosamente, disse: “Parece que você também tomou banho, meu filho!” Sem graça, só respondi: É!”
Os três se prepararam para sair e eu fiquei na porta, me despendindo. A namorada de papai me deu um beijo no rosto, dizendo: “Tchau, meu lindo!”. Papai, em seguida, também deu-me um beijo no rosto, desejando boa noite. O irmão da namorada me deu um beijo na boca e, passando a mão na minha bunda, sussurrou-me ao ouvido: “Até a próxima, meu tesãozinho!”

2 Comments:

At 10:56 AM, Anonymous Anônimo said...

gostaria de viver algo assim

 
At 10:56 AM, Anonymous Anônimo said...

Gostei adoraria fzer com vc um 69 sou jonas 85 89383028

 

Postar um comentário

<< Home