quarta-feira, abril 26, 2006

Meu Pai

Meu pai 13/11/2005 18:58

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Até então eu não sabia, ou fingia ignorar aquele desejo em mim. Ele nunca me fora interessante à primeira vista, pelo menos, eu não notara meu pai até que um dia meu amigo quase que tremendo me confidenciara, na maior cara de pau, que meu pai era um tesão. Arregalei os olhos, não por causa da declaração inesperada de meu amigo, mas por me pegar relutantemente concordando com ele, e por mais que eu quisesse, eu não consegui negar o que eu lhe havia respondido. Lutei para que meu olhar sobre meu pai fosse o mesmo de antes (apenas o olhar de um filho que amava e admirava seu pai), mas como a larva de um vulcão que agora eruge incessantemente, tornando manifesto o que era antes latente, meu novo olhar manifestava agora desejos contidos e inconfessáveis. Suas pernas peludas e atléticas, seus olhos verdes emoldurando um rosto másculo, simétrico e maduro e seus cabelos negros e lisos tinham agora um novo significado para mim. Fazia agora questão de entrar em seu quarto e fragrá-lo saindo do banho, por vezes inteiramente nu, por vezes cobrindo o corpo com uma toalha. À noite, meu corpo se contorcia de prazer na cama, pensando no corpo delirante de meu pai abarcando o meu, como um macho que cobre uma fêmea no cio. Eu era seu filho mais novo, entre três irmãos mais velhos, acabara de completar 18 anos, mas como caçula, eu ainda era paparicado por todos, por minha mãe, meus irmãos e, é claro, meu pai. Não sei se isso era uma vantagem para mim, visto, por vezes, meu pai, como os demais da família, ser excessivamente protetor e carinhoso para mim. Ele não me sabia com desejos que a religião de seus pais (meus avós) tornara proibido o incesto e o amor entre iguais, embora meu pai de longa data houvesse abandonado a fé que seus antepassados guardavam de tradição há séculos.
Eu não o queria mais apenas como meu carinhoso pai, mas como o amante de minh'alma, embora doesse a consciência roubar para mim o homem de minha mãe. Mas meu desejo me roubara a razão e me faria dali por diante agir estranhamente na busca por seduzir meu pai. Como disse antes, fazia questão de flagrá-lo saindo do banho e ainda, de ficar mais vezes perto dele e de ajudá-lo mais tempo na loja de peças e utensílios para bicicleta que ficava no térreo de nossa casa. Insistia em passar roçando sua pele e em uma vez em que estávamos sozinhos em casa, enquanto ele tomava banho, fingi muito sono e deitei em sua cama só de cueca, deixando à mostra as formas salientes de minhas nádegas. Ele me acordou, acreditando em meu cansaço e distração. Comecei a piscar discretamente os olhos para ele em algumas ocasiões e numa viagem para a casa de campo de meus tios, fiquei no banco de trás do carro, mirando o rosto de meu pai pelo espelho retrovisor, piscando os olhos duas ou três e mordendo os lábios e passando a língua discretamente pelos mesmos, enquanto abria à boca algumas vezes suspirando. A partir daí, o rosto de meu pai se tornou mais estranho e misterioso, como se começasse a indagar e a peceber minhas inquietantes intenções. Eu fiquei feliz, pois só saberia se eu teria alguma chance se ele começasse a se indagar o que poderia ir além de um olhar de um filho... Como a casa de campo de meus tios era pequena, tivemos que dormir, todos os homens, numa fila de colchões sob o chão da sala. É claro, fiz questão de dormir junto de meu pai, com as costas viradas para ele. Em certa hora da madrugada, aproximei meu bumbum para mais perto dele e pude sentir um volume que aumentava na medida em que eu me demorava encostado, embora tremendo de medo e emoção, com minha bunda em suas virilhas e coxas tão quentes...
Notei seu consentimento em me deixar ali tão pertinho de sua prova de virilidade e na escuridão da sala me demorei o mais que pude naquela situação, embora estivesse ofegante de desejo e sem fôlego. Meu pai fazia alguns movimentos de contração leves e discretos, até que ele parou, talvez por ter gozado sob a cueca. Levantamos pela manhã e quando olhei para meu pai, seus olhos não quiseram encontrar os meus. A partir daí, seu comportamento se tornou mais frio e arredio em relação a mim, embora eu percebesse que aquilo era sinal de que eu realmente mexera com os sentimentos dele sobre mim. Quando voltamos da viagem, de vez em quando seu olhar misterioso se voltava para mim, que continuei a fazer sinais sinuosos e lânguidos de desejo. Não demorou muito até que um dia estivéssemos de novo um dia sozinhos e enquanto ele tomava banho, me pus sob sua cama sem roupa, com minha bunda arrebitada à mostra. Não pude ver quando ele saiu do banho, porque meu rosto estava entre os travesseiros. Apenas senti seu toque suave fazendo voltar meu olhar para ele, que apontava com seus dedos seu membro que enduecia. Aquilo para mim se tornaria a maior emoção de minha vida até então. Não podia acreditar que finalmente teria meu pai para mim. Fiquei de pé e abracei-o. Ele não disse uma só palavra. Apenas suspirava. Desci minhas mãos por sobre seu corpo e agarrei seu membro potente já muito duro, com a glande rósea e bem desenhada. Coloquei em minha boca o instrumento que um dia inseminara a mim no ventre de minha mãe e quis apenas senti-lo lá, com uma pulsação forte e cheio de uma energia avassaladora. Como era lindo contemplar de joelhos o corpo másculo de meu pai, mostrando toda sua pujança e virilidade em suas formas viris e no seu membro latejante, quente...Fiz carinho nele com minha língua e lábios e, a partir daí, fui o mais feroz e voraz que pude com a minha boca.
Abocanhei seu pau como se nunca tivesse chupado outro pau em minha vida, mas aquilo era um presente para mim. Eu ia da glande à base e da base aos seus sacos tenros e carregados de leite. Ele gemia e dizia que queria me penetrar, e que desejava isto desde aquela noite na casa de campo. Queria ter em sua posse meu cuzinho ardente e febril. Eu tremi ao ouvir aquilo. Disse que sim e aquela estava prometendo ser uma foda maravilhosa. Meu pai, apenas com uma cusparada farta de saliva e tesão, lubrifica meu cuzinho e enfia com uma mistura de cuidado e desejo seu pau quente grande em mim. Eu não sabia o que era maior, se a dor ou a emoção de ver aquele cara, que mais do que nunca, representaria um tabu e um desejo mais do que proibido, adentrando as minhas entranhas com uma cara delirantemente deliciosa de prazer. Como estava numa posição que me permetia ver seu rosto, pedi por seus lábios e enfiei minha língua selvagemente em sua boca. Era um delírio transcendental, porque agora, em meios aos beijos tórridos, meu pai me fodia loucamente com movimentos intensos e cada vez mais rápidos de vai e vem. Por vezes, gostava de mirar meu cuzinho aberto e gostoso sendo fodido por sua pica. Tentamos outras posições, mas foi na mesma posição inicial em que ele me penetrou que com movimentos loucos de prazer ele despejou uma camada espessa e farta de sua porra em mim. Pude sentir sua porra escorrendo quente de meu ânus enquanto seu pau continuava lá enfiado e e já quase posição de descanso, com meu pai ainda dando os últimos urros de prazer, e imediatamente busquei com meus dedos um pouco daquela carga de esperma deliciosa que provei com minha boca e ainda fiz questão de compartilhar com ele o gosto de sua porra através de um beijo longo e demorado.
A partir daí, nossos momentos de prazer passaram a acontecer sempre que a ocasião permitia. Realizei muitas fantasias com meu pai. Transei muitas vezes com ele em seu carro, quando ele ia me buscar na faculdade. Uma vez fodemos deliciosamente no mato, quando toda a família realizava um piquenique perto de uma cachoeira. Me tornei seu companheiro constante, ia com ele malhar na academia, ou fazer caminhadas ou correr na praia junto com ele. Meu pai foi o melhor e mais ardente macho e amante que já tive, até que um dia me formei na faculdade, me casei, chegaram os filhos e tive que morar numa cidade distante, por conta do trabalho que eu e minha esposa havíamos arranjados. Quando o tempo e o dinheiro permitem, volto à minha cidade para rever minha família e, é claro, meu pai, mas hoje em dia somos apenas pai e filho, pois meu pai se recusa a repetir nossos heróicos e eróticos atos de amor, e o que se passou entre nós, fica apenas como uma ardente recordação do passado.

sexta-feira, janeiro 20, 2006

Meu Padrasto - Parte final

cajr30_al@hotmail.com

Lembro de ter acordado assustado e com o dia já claro. Meu padrasto não estava na cama. Alívio. Tentando recuperar o juízo, ainda pensei ter sido tudo um sonho, mas vi o lençol azul celeste sujo por respingos ressecados de esperma e senti o cheiro de porra pelo quarto. Sentei na cama. Aos poucos fui recobrando a memória lembrando dos pormenores, dos sórdidos pormenores, além de sentir meu cu arder um pouco. Como eu pude permitir que ele fizesse aquilo comigo? Mas eu tentei impedi-lo, tentei. Levei as mãos à cabeça como se tentasse “arrancar” aquelas lembranças, mas não consegui. Levantei e fui tomar banho. A água fria ajudou-me a relaxar um pouco. Meu corpo estava quase todo dolorido, eu sentia meu ânus diferente. Levei um susto ao ver seu vulto na porta. Ainda molhado pelo banho, Felipe estava enrolado numa toalha, com semblante sério. Eu apenas baixei a cabeça. Senti-me ruborizado de vergonha. Desliguei o chuveiro e meu padrasto disse que precisávamos conversar. Eu disse não querer conversa com ele e esquecesse o ocorrido na noite, pois seria o melhor. Pedi licença e passei por ele que segurou no meu braço.-Que foi? Vai me estuprar de novo, seu filho da puta? Não aperte, estou todo dolorido.-Olha! Eu sei que errei feio à noite, mas eu não conseguia mais me controlar. Eu precisei ficar bêbado para permitir-me liberar meus sentimentos...-O que? Sentimentos? Você chama um estupro de sentimento? Eu já sabia que você é um canalha, mas não a esse ponto, cara. – Respondi gritando e soltando meu braço de supetão.-Mas ao que me lembro você também gostou...-Saia daqui, porra! – Nem deixei que ele terminasse.O cara morreu com aquele grito que soltei. Tentou explicar-se, mas eu não permiti. Eu estava furioso, mas foi quando lembrei que eu realmente havia gostado, eu havia gozado duas vezes na noite, a gente havia se beijado de língua. Os flashes voltaram. Ai! Eu não queria mais lembrar daquilo. Pedi que ele saísse do meu quarto e da minha vida. Não tendo mais argumentos, meu padrasto saiu inconsolado e cabisbaixo. Passei todo o dia no quarto. Felipe ainda perguntou se queria almoçar, mas eu não sentia fome. Relutava em aceitar que ele havia feito aquilo comigo. Chorei muito. Acabei dormindo lá pelas tantas da tarde. Acordei com o escuro pairando. Olhei o relógio. Eram quase oito da noite. Senti a barriga roncar, levantei ainda meio tonto, enrolei-me na toalha que havia se soltado e fui fazer uma boquinha; lembrei de ter passado o dia sem comer. Estava quase tudo escuro em casa. Não ouvi nenhum barulho. Pensei que ele tivesse saído ou estivesse dormindo. Peguei algumas coisas na geladeira e esquentei. Comi feito um lobo esfomeado. Antes de entrar no meu quarto uns quinze ou vinte minutos depois, percebi a claridade da tv ligada no quarto dele e da minha mãe, mas imaginei que ele devesse estar dormindo, pois não desceu com o barulho do micro-ondas. Permaneci por algum tempo na mesma posição, até a porta ser aberta e nós dois levarmos um susto. Fiquei envergonhado como nunca na vida. Ele ficou parado (usava apenas cueca naquele momento), olhando-me e, acho, esperando alguma explicação para aquilo. Gaguejando, eu disse pensar que ele estivesse dormindo, pois havia feito barulho na cozinha e ele não apareceu.-Lembra do que você me disse hoje pela manhã? Estou seguindo o que você pediu. Ah! Sua mãe ligou. Eu disse que estava tudo bem. Ela deixou-lhe um beijo. – Amenizou, mas continuou com a feição séria e fechada, com os braços cruzados.-Desculpe...-Suma da minha frente. Eu tenho mais o que fazer.Disse isso adentrou no quarto de novo e deixando-me com cara de otário no lado de fora. “Estava tudo voltando ao normal, pelo menos para ele”, eu imaginei. Nosso tratamento foi o mesmo de antes. Irado, retornei ao meu quarto batendo a porta com força fazendo o barulho ecoar casa a dentro. Tirei a toalha para vestir algo. A porta foi aberta de supetão:-Você não bata mais essa porra dessa...Meu padrasto parou de falar ao ver-me sem roupa. Percebi que ele perdeu o rebolado naquele momento; engoliu seco ficando com cara de idiota. Assustado, estiquei o braço e peguei a toalha enrolando-me.-Desculpe... Eu não sabia que... – disse totalmente embaraçado e com ar de sedento por ter-me visto sem roupa naquele momento.-Tudo bem... Não tem problema... – retruquei enquanto acabava de me enrolar de novo.-Eu vou... Vou dormir então...Felipe saiu fechando a porta. Eu desmontei e sentei na cama, nervoso, desconcertado, minhas pernas tremiam, meu coração batia acelerado. Eu pensei que ele fosse de novo tentar algo comigo. Pedi-me calma, respirei fundo. Procurei um short e vesti. Liguei a televisão, mas nada de bom passava, nem na tv por assinatura. Acho que nada naquele momento iria ser bom. Estava impaciente. Senti a garganta seca e fui tomar água. A porta do seu quarto estava encostada. O corredor, já com a luz principal apagada, permitiu-me perceber que a tv continuava ligada. Passei rápido, procurando não fazer barulho. Tomei uns dois copos. Meu coração disparado e a minha tremedeira fizeram-me pensar que estivesse passando mal. Sentei e respirei fundo. Minha boca ficou ressecada de novo. Eu não sabia o que fazer. Já trancado no quarto, não sei o motivo real, imaginei-o tocando punheta. Acho que agindo por instinto, abri a porta do quarto sem fazer barulho e, literalmente na ponta dos pés, pus-me próximo à porta tentando ouvir ao menos os gemidos, mas não ouvi nada. Com o corpo trêmulo, respirei fundo e abri a porta. Surpreso, Felipe ficou a olhar-me. Meu instinto deu-me coragem para dar o primeiro passo, sem as ordens dele que se levantou e veio na minha direção, com o cacete já em riste. Ao nos aproximarmos, ele pediu desculpas novamente e me beijou. Não precisei falar nenhuma palavra, ele sabia que estava perdoado. Senti-lo mais uma vez próximo a mim deixou-me de novo sem ação, sem pensamentos, sem neuras (hoje) bobas. Suas mãos ávidas percorriam meu corpo o máximo possível, até que ele colocou-me no colo levando-me à cama. Eu senti-o diferente naquela noite, talvez pela falta do álcool, meu padrasto estava mais romântico. Ficamos abraçados, nos olhávamos, trocávamos carícias mudas. Após alguns minutos, ele começou a conversar comigo. Só então eu entendi algumas coisas que aconteceram naqueles anos, mas tais revelações estão guardadas a sete chaves até hoje. Sei que são verdadeiras. Por mais de uma hora conversamos, dormimos abraçados por poucas horas. Acordei por volta de duas horas. Sentia frio. Puxei o cobertor e enrolei a nós dois. Tentava dormir novamente, mas ele acordou e, ainda espreguiçou-se, foi se chegando mais perto de mim. Empinei minha bunda para trás aconchegando-me melhor ao seu corpo viril. Acho que retribuindo minha ação, ele levou sua mão ao meu membro e ficou a senti-lo, acaricia-lo. Eu mais uma vez desejava-o todo em mim como na noite anterior. Ele era, de novo, meu dono naquele momento. Sem pedir licença ele foi procurando, com a mão no pau, meu ânus para penetrar-me e conseguiu - ele ficava de pau duro em poucos segundos, segundo ele era o tesão contido. Até hoje eu fico rindo quando lembramos das primeiras aventuras. Sua enterrada foi certeira, pois seu membro estava devidamente lubrificado pelo esperma que começava a ser expelido. Logo em seguida ele, sem tirar seu membro de dentro, pôs-me de costas na cama abrindo ainda mais minhas pernas fazendo-me gemer de prazer. O cobertor, jogado para o lado, revelou nossos corpos sedentos por sexo. Éramos governados por um estranho desejo ainda proibido. Não pensamos em nada, apenas aproveitamos cada segundo. A penumbra no quarto dava um toque de sedução aquele momento. Sua língua quente percorria meu pescoço. Sua boca aproximou-se da minha e o seu tórax ficou pesando sobre o meu. Permiti que a língua quente e sedenta do meu padrasto invadisse a minha boca. Com sua mão segurando meu pescoço, nosso beijo foi ficando mais forte e da mesma forma as estocadas que eu sentia. Já por cima dele, eu comecei a cavalgar naquele cacete gostoso. Suas mãos puxavam meus quadris para baixo fazendo-me gemer de dor e prazer. Ele me puxa e minhas costas ficam em seu peito; sou virado e depois ele pede que eu fique de costas na cama dizendo que gosta de gozar fazendo “Frango Assado”. Minhas pernas pousaram em suas nádegas e minhas mãos puxavam-no para mais junto de mim. Cada vez mais eu queria seu corpo junto ao meu. Suas mãos acariciavam meu rosto. Nossos olhares não se desviavam um só instante. Fechei os olhos quando ele, de uma só vez, penetrou-me de novo. Apertei seus braços suados. Por mais alguns minutos, gememos e falamos mais algumas baixarias. Ofegante, ele fez com que nossos sexos se encontrassem deixando um vazio em mim. Sua mão direita segurava os dois seguindo num ritmo gostoso e acelerado cada vez mais, o que me fez ir quase à loucura. Entre idas e vindas, subidas e descidas, corpos colados, jatos e jatos de um líquido quente e viscoso inundaram, ao mesmo tempo, nossos corpos, já molhados de suor.O silêncio voltou instantes depois. Ele jogou-se para o lado e ficou a olhar para o teto. Eu não sabia o que dizer. Ele muito menos. Levantei-me sentindo as pernas bambas e fui ao banheiro. Durante o banho, milhares de pensamentos passaram pela minha cabeça, mas a água fria impedia-os de seguir adiante. Enrolei-me na toalha e saí do banheiro apagando a luz. Deparei-me com a cama desforrada e vazia. Fechei os olhos, respirei fundo e voltei ao meu quarto. Fora um sonho de novo. Só isso explicaria aquela loucura. Mais uma vez meus pensamentos foram interrompidos por um vulto que parou na porta do quarto. Ele voltara. Meu padrasto deitou-se ao meu lado sem nada dizer ou pedir. Apenas abraçou-me novamente...Cahrles Júnior

Meu Padrasto - parte 01

cajr30_al@hotmail.com

Hoje tenho 23 anos. Considero-me um rapaz normal, classe média, filho único, residente em Maceió e formado em Arquitetura há pouco mais de dois anos. Minha vida seria outra se o destino não tivesse reservado uma das suas a mim e ao homem que amo, alguém que, antes da nossa primeira vez, há alguns anos, era um desafeto para mim e alvo do meu desprezo. Hoje, a felicidade e o amor fazem parte do nosso cotidiano, o que conquistamos de forma inesperada e à base de muito sofrimento das partes envolvidas. Parece que foi ontem que tudo aconteceu...Mamãe casou pela segunda vez, três anos após ter ficado viúva. O nosso relacionamento perdeu o encanto, desde então. Nossas brigas passaram a ser constantes, sempre por causa do tal marido, Felipe, por sinal mais novo que ela cerca de quatro anos. Ele nunca deu motivos para eu não gostar dele, pelo contrário, sempre procurou fazer de tudo para agradar-me, mas nunca permiti que conseguisse, por isso sempre nos tratávamos da forma mais ríspida possível. Do alto do seu 1.82, Felipe sempre passou a impressão de imponência, embora isso não significasse muito para mim. Hoje sei que o meu desafeto para com ele era um misto de desejo (enrustido pela minha falta de maturidade) e a ameaça dele substituir meu pai.Ele é engenheiro civil, dono de uma construtora herdada do pai e também trabalha num órgão estadual. Minha mãe é advogada de um grupo empresarial com ramificações em quatro outros Estados, por isso, suas viagens serem, até hoje, constantes. Eu evitava, ao máximo, contato com ele nesses dias. Quando chegava do colégio geralmente ficava trancado no quarto lendo, ouvindo som, jogando no computador, estudando ou saindo com minha turma. A vida social dele sempre foi calma; não gostava de farras, nem de badalações e dedicava-se aos exercícios físicos. Só após um tempo percebi que seu ar de imponência vinha do seu porte físico, muito bem moldado em horas diárias de academia, algo quase sagrado para ele. Sua pele morena, seu peito forte e um pouco peludo, além das suas pernas fortes e bem divididas (não em excesso), realmente chamavam e chamam atenção até hoje. À época ele ainda não havia chegado aos 30 anos.Num certo mês daquele ano mamãe estava passando dez dias em Belo Horizonte. Numa sexta-feira eu fui ao cinema com a galera do colégio. Cheguei em casa por volta das 23 horas imaginando que meu padrasto já estivesse dormindo, mas ouvi o som ligado quando abri o portão. Estava deitado no tapete da sala, apenas de cueca (não estranhei, pois já estava habituado a vê-lo daquele jeito), e com latinhas de cerveja por todo lado, além do cheiro de cigarro pairando pelo ambiente. De relance contei umas dez ou mais. Passei direto dizendo apenas um olá. Felipe respondeu positivamente com o dedo. O som estava ligado um pouco alto para o horário e rolando In Assenza de te, da Laura Pausini – ele é fã da cantora até hoje.Tomei um banho e desci para comer algo antes de deitar-me, embora estivesse sem um pingo de sono. Felipe estava na cozinha pegando outra cerveja e ofereceu-me uma. Resolvi aceitar, mas lancharia primeiro. Já sentia falta de uma “geladinha”. Eu estranhava totalmente aquela situação. Nunca o tinha visto bebendo “sem motivos”. Via a cena apenas em jantares ou nas raras vezes em que saíamos para a casa de praia ou para alguma festa, mas sempre o fazia moderadamente. Com uma latinha na mão, sentei num sofá ao lado da poltrona onde ele estava quase deitado. Sabia que não havia rolado briga entre ele e minha mãe e nem tão pouco estava com dor de cotovelo, pois ela viajara na quarta-feira. O ambiente estava quente, abafado cheirando a cigarro. Levantei-me e abri as portas de vidro da sala que dão acesso à piscina. A sala ficou mais suave, porém ainda à meia luz. Ajeitei-me no sofá. Felipe nada falava; eu muito menos, mas instantes depois ele puxou assunto. Falamos sobre o som, meus estudos e algumas outras besteiras. Até rimos, quem diria. Estranhamente eu começava a gostar do nosso contato. Após algumas latinhas esvaziadas e cigarros fumados, subi ao banheiro e, ao descer, meu padrasto estava cochilando. Tocando em seu ombro, pedi que fosse para a cama. Ele murmurou algo, levantou-se e foi subindo as escadas quase aos tombos. Sentei no sofá e continuei sem entender nada. Minutos depois ouvi um barulho meio abafado e em seguida ele chamou-me com a voz meio distante; subi as escadas correndo. A porta do quarto estava só encostada. Fui direto à suíte e deparei-me com ele tentando levantar-se. Havia caído quando se dirigia à banheira. “Que bêbado louco esse cara”, pensei. Fui ajudá-lo a levantar, mas conseguiu levantar sozinho. Ele, claro, estava nu e sorriu sem graça; perguntei se tinha machucado, mas disse não estar sentindo ainda. Apesar da situação embaraçosa, confesso que fiquei boquiaberto ao ver seu falo escuro e não circuncisado. Era grande, estava grande e rodeado por um tufo de pêlos grossos e pretos; suas “bolas” eram grandes, meio rosadas e depiladas. Eu imaginava que ele era bem dotado pelo volume que fazia até em suas calças e pelo que via quando estava de sunga, mas não que fosse tanto. Sua bunda era peluda e carnuda, marcada pela minúscula sunga que gostava de usar. Senti meu pau ter uma reação estranha naquele momento, a qual procurei controlar. Eu ainda falei que ele deveria ter ido tomar no chuveiro, mas no estado alcoólico em que se encontrava, faria o que quisesse. E fez... Preferi ficar de olho para não acontecer nada de mais sério com ele. Felipe entrou na banheira; a espuma começava a subir. Sentei entre a banheira e o piso, confesso admirando aquele momento e a pessoa. Quem diria... Do nada, puxou-me pelo braço derrubando-me, com roupa e tudo na banheira. Foi um susto só. - Porra! Você ta doido, Felipe? – Ataquei já todo molhado e quase sem respiração devido ao mergulho inesperado e ao decorrente susto.Acho que pela birita, ele, ao contrário de antes, estava eufórico, sorridente. Novamente estranhei. Sobre o acontecido disse que era o agradecimento pela ajuda. Agradecimento? Ainda levantei para sair dali, mas ele disse que relaxasse e ficasse. Dei de ombros, sorri e tirei a camisa ficando apenas com a bermuda. O cara estava tão biritado que começou a brincar com a espuma feito uma criança e também mergulhava e saía todo coberto de espumas. Começamos a rir muito. A bermuda que usava era de um tecido grosso, por isso começou a incomodar e, como nunca tive problemas com nudez, resolvi tira-la. Ele aplaudiu mantendo o clima que pairava. Foi natural que nossas pernas roçarem, mas aquela brincadeira gerou uma excitação inesperada em nós dois. - Cara, fiquei de pau duro! – soltou de supetão e rindo.- Mentira! Bêbado do jeito que você está não levanta nem um dedo. – Rebati aos risos inocentes.- Claro que estou...Ao dizer isso levantou-se. Não tive como deixar de olhar. Assustei-me com o tamanho daquela coisa que tinha no meio das pernas e também pela sua atitude. O que ele queria? A dúvida demorou pouco tempo. Felipe, ainda de pé, aproximou-se de mim (que continuava na mesma posição) perguntando o que eu tinha achado. Sem tirar o olhar daquele caralho duro, perguntei de que e ele rebateu:- Do que você está olhando. - Ah! Desculpe... É muito... Muito grande... – respondi com essa asneira, talvez pela inocência.- Quer pegar nele?- Não... – Respondi, já me levantando.Fiquei tão confuso e sem graça com a situação que esqueci da minha excitação. Ele riu ao ver-me de pau duro também. Comparando com o dele, meus 17 centímetros perdiam e feio, mas não estávamos numa competição de “espadas”. A coisa, pelo menos para mim, era bem mais séria. Era o meu padrasto que estava me dando uma cantada. Peguei a toalha e saí quase correndo para o meu quarto. Meu erro, eu acho, foi não ter travado a porta. Sentei na cama tentando entender o acontecido. Meus pensamentos foram interrompidos quando ele entrou no quarto, ainda molhado, nu e excitado. Putz!- Eu queria me controlar, mas não tô conseguindo. Desculpe!- Felipe eu acho melhor a gente esquecer isso e você voltar pro seu quarto.- Desculpe, mas eu não quero fazer isso...Logo após ele pegou minha mão direita e levou-a ao seu pau. Ainda apertei, mas a imagem de mamãe veio à minha cabeça e soltei-o pedindo que saísse dali. Fiquei em pé de cabeça baixa com lágrimas nos olhos. Eu devia estar vermelho de vergonha naquele momento, meu coração pulsava querendo sair pelo peito e um calor foi invadindo meu corpo. Foi saindo do quarto meio que sorrindo, meio sério, mas parou e, de supetão, veio até mim segurando-me pelos ombros e me tascando um beijo que quase me deixou sem fôlego. Instintivamente nossas línguas se encontraram. Estávamos atracados um no outro, como eu nunca pensei em ficar com ninguém, ou melhor, com outro homem. Acho que foi naquele momento com Felipe que minha homossexualidade aflorou. Num relance, voltei à realidade e afastei-me, mas fui segurado pela cintura. O cara apertou-me e aproximou-se mais ainda. Passei a sentir seu caralho totalmente duro entre minhas pernas que nada conseguiram fazer naquele momento de debilidade momentânea e passei a apertar-lhe as costas, o que foi transformando-se aos poucos em carícias. Meus lábios foram abrindo-se de novo; meu membro começava a gostar daquilo, pois estava duro, quase uma pedra, já soltando gotas de esperma. Ele pôs-se a beijar-me o pescoço, até que conseguiu achar minha língua mais uma vez. Aquele cheiro forte de homem fez-me perder o juízo por alguns poucos instantes. Mais uma vez tentei livrar-me do meu padrasto. Ele, de novo, voltou a usar da sua força para deter-me dizendo que ficasse quieto, caso contrário me daria umas palmadas. Só podia ser brincadeira aquela ameaça. O peso na consciência me fez criar forças e livrar-me dele empurrando-lhe na cama e pedindo que fosse embora do meu quarto. Ele quem mereceria apanhar. Já novamente de pé, ele segurou-me pelos ombros jogando-me na cama dando uma forte e certeira tapa no rosto. Desconcertei-me. Depois me apertou as bochechas e disse para eu ficar quietinho, pois quem mandava no pedaço era ele. Lágrimas escorreram rosto abaixo.Vendo-me quieto, pediu que eu colaborasse, pois ele queria aquilo há muito tempo e que eu acabaria gostando. Cuspi em seu rosto com feição sarcástica para mim. Sua reação foi limpar-se com o lençol e partir para o ataque novamente. Ainda imobilizando-me o filho da puta deu-me uma “chupeta” que me fez virar os olhos. A princípio eu não queria aquilo, mas – já diz o ditado -, a carne é fraca. Sentir sua língua sugando-me centímetro por centímetro e vendo sua feição de desejo abri a guarda e entreguei-me ao seu jogo sujo de sedução do enteado virgem. Quando ele chegava a minha glande sua língua percorria cada recanto dela, depois sua boca sedenta descia até alcançar meu saco fazendo-me apertar o lençol, em delírio. Aquele macho sem juízo estava acabando comigo ao dar-me aquela “gulosa” deliciosa. Vendo-me rendido, ele soltou os pulsos. De imediato levei minhas mãos aos seus cabelos puxando-os com força para mim. - Você quer me chupar, seu veadão safado? Então chupe o seu macho!Disse isso e empurrei-lhe a cabeça para baixo, com um riso no canto da boca. Ele, pelo visto, gostou, pois aumentou a velocidade da chupada. Eu agora fodia-lhe a boca. Felipe segurou minhas nádegas com suas mãos grandes e fortes apertando-as. Uma onda de calor foi invadindo o meu corpo concentrando-se na minha região pubiana. Sem esperar comecei a gozar, e muito. Eu sentia fortes jatos de porra invadirem a boca gulosa do meu padrasto. Liberei várias jorradas na boca daquele chupador de caralho, seguidas de estocadas fortes e ritmadas. Encostei meu pau na sua garganta, mas ele parecia querer mais, pois engolia tudo; cada gota.Saciada a sua vontade, pensei que ele fosse deixar-me em paz a partir daquele momento, mas estava totalmente enganado. A noite apenas começara, segundo seus planos. O cheiro de porra pairava pelo meu quarto. Após sugar a última gota, Felipe olhou-me com ar de prazer insaciado. Sorriu e foi vindo, chegando, até ficarmos com os narizes encostados. Meu coração disparou. Eu sentia sua respiração forte, quente. Nosso beijo foi uma coisa de louco. Ao sentir o gosto do meu esperma em sua boca, perdi as estribeiras e cedi mais uma vez. Beijei-lhe muito. Ele continuava excitado e abraçou-me, apertou-me contra ele. Eu parecia um brinquedo em seus braços. De repente ele levantou minha perna esquerda levando um dedo ao meu ânus. Voltei à razão. Não queria que aquilo continuasse e baixei minha perna tirando, ao mesmo tempo, seu afoito dedo do local. Novamente ele insistiu, mas eu impedi. Sem nada falar, soltou-me e, com força, ergueu minhas pernas. Eu ainda tentei parar, mas ele foi mais ágil e segurou-me. Fiquei puto de novo e lutei para sair dali. Só senti sua língua chegando no meu cu. Arrepiei-me. Ele percorria cada recanto com uma voracidade louca. Minhas costas estavam parcialmente suspensas. Eu soltava urros de raiva e prazer: - É agora! Você vai ser meu finalmente. – Murmurou.- Eu não quero isso. Pare, porra! – Implorei em vão.Felipe pareceu não ter ouvido-me e já foi cuspindo no cu, agora pulsante. Puxou-me pelas pernas e seu membro foi sendo levado até a porta de entrada para a sua felicidade. Eu continuava tenso, puto. Implorei, mas meu padrasto apenas continuou. Travei-me. Não poderia deixar que ele prosseguisse com aquilo. Ao perceber, ele deu uma tapa forte na minha bunda fazendo-me gritar. Depois, mostrou-me a mão dizendo que a próxima seria no meu rosto. Insisti em tentar impedi-lo mexendo as pernas. - Se não vai ser por bem, vai ser por mal. Ao dizer isso, o descontrolado Felipe deitou-se sobre mim puxando com a mão esquerda meus braços para perto da cabeceira da cama. Com a direita, ele foi separando minhas pernas até abrir caminho ao seu objetivo. Enquanto isso ele passou a beijar-me ardentemente. Ele parecia gostar de dominar-me. Sem esperar, senti sua primeira tentativa de me foder. Na segunda, ele foi certeiro. Colocou quase metade do seu cacete de uma só vez. Vi estrelas naquele momento. Após alguns segundos sem se mexer, meu padrasto começou a enfiar seguidamente em mim. Era uma dor ainda desconhecida, mas eu comecei a ter ereção. Era a prova que ele queria ter do meu prazer, pois aumentou a velocidade das estocadas no meu buraquinho, antes virgem. Instintivamente fui relaxando o corpo, a ponto de ele soltar meus braços aos poucos e levar suas mãos às minhas pernas abrindo-as mais. Agora ele estava posto a minha frente de joelhos. A dor, misteriosamente, havia sumido. Eu agora sentia um prazer sem adjetivos por estar levando aquela vara de 21 centímetros que teimava em rasgar minhas pregas. Pousei as mãos nas suas que estavam em meus quadris apertando-as e pedindo para ele parar, mas Felipe apenas sorria e continuava a foder-me sem piedade. Eu via a sua satisfação com aquilo. Já com o suor escorrendo corpo abaixo, ele aproximou-se de mim, sem parar de meter. Recebi o melhor beijo da minha vida, até então. Só naquele momento eu senti carinho da parte dele. Sem pensar em mais nada, abracei-o apertando seu corpo contra o meu. Levei minhas pernas as suas costas facilitando ainda mais a penetração. Suas mãos passaram a apertar meus peitos e a bater uma bem-vinda punheta nos meus 15 centímetros da época. De repente percebi seu cacete aumentar de volume dentro de mim. As estocadas aumentaram de intensidade, a ponto de falarmos, quase ao mesmo tempo, alguns palavrões. Gotas de suor caiam sobre meu corpo. Passei a beijar-lhe o peito peludo e sugar-lhe os bicos molhados com aquele néctar salgado e delicioso. Um vazio ficou quando ele tirou seu caralho de mim. Senti jatos e jatos de esperma quente serem liberados acompanhados de palavras meio desconexas e diversos palavrões. Ele apertou-me contra seu corpo. Naturalmente roçando em sua barriga, meu pênis começou a liberar outra dose de esperma viscoso fazendo-me tremer o corpo por completo. Dessa vez, Felipe levou sua mão à barriga sentindo o esperma que escorria por ela. O seu já chegava a minha bunda. Puxando-me pelos cabelos, ele beijou-me...Charles Júnior

Pai Fode Filho Bem Animal!!! - Parte 02

Meu pai ficou parado me olhando, mantendo a mesma expressão séria que não saiu de seu rosto durante a maior parte do tempo em que estivemos vivenciando aquela experiência sexual tão intensa. Me levantei do chão. Enquanto meu pai me fitava, com seu olhar dançando por alguns momentos pelo meu corpo, o cacete dele ficava ainda mais ereto. Minha tensão voltou a aumentar e meu caralho parecia acompanhar a intensidade da ereção de meu pau, podendo até mesmo dizer que ambos os membros pulsavam juntos, no mesmo momento.Meu pai tirou a calça e sapatos do seu uniforme e se aproximou de mim lentamente, seu pau duro, apontando atrevidamente para cima. Tirei a pouca roupa que usava e voltei a respirar com dificuldade. Dificuldade que ficava cada vez maior a cada passo de meu pai. Ele parou, a poucos centímetros de mim, exatamente quando a cabeça do seu pau empapado na minha porra tocou a cabeça do meu pau também coberto pelo leite de meu pai, resultado da fantástica punheta que acabávamos de exeprimentar juntos. Foi neste momento que dei um gemido imenso, jogando a cabeça para trás, delirando de tesão e reunindo todas as forças para não explodir num vulcão de gozo naquele mesmo instante. Tenho que confessar que meu pai sabia exatamente o que fazia: ao sentir a intensidade do prazer que me invadiu quando senti a cabeça do seu caralho junto da cabeça do meu próprio pau, meu pai estacou, imóvel, sem, no entanto, desfazer o contato existente entre nossos membros. Ouvi a respiração de meu pai e percebi que estava tão entrecortada quanto a minha. Foi então que voltei minha cabeça para frente e olhei em seus olhos. Pude perceber que ele experimentava prazer tão grande quanto o meu com aquele contato entre nossos sexos. Sua cara de homem mais sério do mundo não se desfazia, mas sua respiração difícil e seus lábios, que tremiam levemente, me diziam que embaixo daquele ar meio indiferente se escondia um homem que atravessava uma experiência sexual sem igual até então. Eu percebia que ele estava surpreso, curioso e que estava quase estourando de tanto prazer e tesão. Ou seja: ele sentia exatamente o mesmo que eu.Resolvi tomar a iniciativa dessa vez. Coloquei a mão na sua cintura e aproximei totalmente seu corpo do meu. Meu pai e eu gememos intensamente no mesmo instante, nossas bocas abertas soltaram sons indefinidos. Meus braços caíram, pendentes, sem qualquer ação diante de sensação tão intensa. Senti a baforada quente da respiração de meu pai no meu rosto e vi, por alguns momentos, que os olhos de meu pai giraram nas próprias órbitas.Paramos novamente, nossos peitos, abdômen e paus se tocavam plenamente agora. Sentia o coração de meu pai pulsando num ritmo frenético e podia prever que ele sentia que meu coração se comportava da mesma forma. Sua boca estava apenas a alguns centímetros da minha. Dessa forma nossa respiração se confundia, e nosso tesão só se intensificava. Nossos paus melados de porra agora já estavam pulsando com toda a força, tocando-se inteiramente, assim como nossos sacos, que quase se confundiam de tão apertados um contra o outro.Meu pai movimentou seu membro para cima, contra o meu, voltando a posição inicial logo depois.-AHHHHHHH!Ambos gememos sem qualquer vergonha. Abri minhas pernas e as enlacei ao redor da cintura de meu pai, mantendo meu corpo suspenso contra o seu. Meu pai parecia aguentar meu peso e aquela posição com tranquilidade, apesar de toda a tensão que atravessava seu corpo. Nossos braços pendiam para baixo, inertes e anestesiados pelas sensações que nos envolviam. Parecíamos ainda não saber o que fazer com eles.Me preparei para o que viria. Meu pai e eu já entendíamos o que nossos próprios corpos já nos diziam. O pênis de meu pai queria foder o pênis de seu filho. Eles queriam se esfregar, sentir suas veias, seu comprimento, sua pulsação, seus sacos inchados pelo tesão, suas cabeças a ponto de explodir e, claro, queriam experimentar o sêmen de um no outro. Meu pai e eu queríamos fazer um sarro, um cacete fodendo o outro, a verdadeira foda entre dois homens.Ele jogou o corpo para cima novamente. Desta vez a pressão e a força do movimento foram bem maiores e não pudemos fazer outra coisa se não gritar, tamanho era o prazer. Paus, peitos e abdômen se esfregaram com vontade. Joguei minha cabeça para trás e, por alguns momentos, minha visão sumiu. Aquilo era algo indescritível. Voltei a cabeça para olhar meu pai e vi que ele estava de olhos fechados. Ele permaneceu por um longo momento daquela forma, parecendo querer concentrar-se, tentando superar o orgasmo que parecia se mostrar tão inevitável quanto o meu. Ele abriu lentamente seus olhos e se deparou comigo o olhando. Ele voltou a exibir a expressão séria que insistia em mostrar. Enquanto nos olhávamos, percebi que assim como eu, meu pai queria segurar seu orgasmo o quanto fosse possível. Ele queria mesmo foder meu pau com o seu e prolongar aquela sensação de prazer até atingirmos um gozo louco. Escancarei minhas pernas o quanto pude, sem deixar de enlaçar sua cintura e sem perder o apoio do seu corpo. Meu pai entendeu minha artimanha e aproximou seu abodômen ainda mais do meu, forçando um contato ainda maior. Eu não sei exatamente o quê, mas quis naquele momento dizer algo para ele. Com a voz sôfrega eu comecei-Pai...Ele não permitiu que eu terminasse. Respirou fundo e começou a movimentar com força e rapidez o seu caralho contra o meu. Ele estava me fodendo.-AHHHH! AHHHHH! OHHHH!Nós dois gemíamos sem qualquer restrição. Meu pai fodia meu pau, esfregava seu peito contra o meu, forçava nossos abdômens e não desmanchava nunca sua cara de sério.-MMMMNNNNNNNNNNNN!Foi aí que seus braços reagiram. Meu pai estendeu seus braços junto dos meus, para baixo, contra a parede, e colocou suas mãos na minhas. Nossos dedos se entrelaçaram, oferecendo um ponto de apoio e resistência contra o movimento frenético de nossos corpos que só instensificou ainda mais a força e pressão do movimento, multiplicando sem igual a sensação que nos envolvia. Nossos dedos se entrelaçaram com toda a força.-OHHHHH!!!!! OHHHHHHHHHH!!!!Agora nossos corpos se entendiam completamente. Um pai fodia com seu pau o pênis do filho na parede da sala de sua casa. Um homem fodia o outro da forma mais intensa possível, esfregando mutuamente seus cacetes.Parecia que meu pai queria me foder como se eu tivesse uma buceta. E eu queria que ele tivesse exatamente essa sensação. Mas não era isso. Eu sentia, e ele também, que o contato entre dois paus, dois membros que acumulam e centralizam toda a virilidade e masculinidade dos homens, proporcionava prazer de intensidade sem qualquer comparação.Sua boca se movimentou entre a respiração entrecortada e forte, mas sem emitir qualquer som. Percebi que a palavra muda que saiu de sua boca quase colada a minha foi \"filho\". Ele não conseguia falar, mas percebeu pelo meu sorriso desconcertado, em meio a minha própria luta para respirar, que eu tinha entendido. Foi então que o vi sorrir para mim pela primeira vez em muitos dias. Sem mudarmos nossa posição e nosso ritmo, sem pararmos de nos foder mutuamente, cedemos a vontade intensa e nos beijamos.Nossas bocas não estavam quentes. Pareciam na verdade ferver. Senti na minha língua a língua de meu pai e sua saliva úmida. Fechei os olhos e me entreguei completamente aquela sensação voluptuosa. Meu pai me beijava com força, com toda a vontade, e eu devolvia o beijo da mesma forma. Meu pai terminou nosso primeiro beijo mordendo de leve meu lábio inferior e, inundado de prazer, admirava satisfeito o prazer que me proporcionava. Já não conseguia mais aguentar. Depois de nos beijarmos já não poderia mais segurar a esporrada intensa que jorraria de meu pau de encontro ao pau de meu proprio pai. Abri os olhos e vi nos lábios do meu pai o sorriso mais sacana e safado que já vi na minha vida e percebi que meu pai também se preparava para gozar. Devolvi para ele um sorriso de malandro, de puta enlouquecida e apertei com força ainda maior meus dedos enlaçados contra os seus. Ele já entendia que meu gozo seria junto do seu e abriu um sorriso ainda maior, mostrando uma cara de tarado conquistador. Nossos corpos intensificaram os movimentos e gritamos juntos ao atingir o orgasmo.-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!Jorros e jorros de leite esguichavam de nossos paus e se misturavam imediatamente. Minha visão ficou turva e meu corpo começava a adormecer devido ao estado de êxtase que enfrentava. Meu pai sentia tudo com a mesma intensidade, seu corpo tremendo, quase em espasmos, tentando manter o equilíbrio de nossos corpos e seu coração disparando, como que desafiando o ritmo do meu.-OHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!Esporrávamos com força, jatos sobre jatos, gozo sobre gozo. Minha porra inundou o caralho e o saco de meu pau, seu abdômen e até seu peito. A porra de meu pai jorrava vencedora sobre meu cacete, meu saco, meu peito e abdômen e escorria em feixes para minha pernas, minha virilha e minha bunda. Senti de repente que o leite de meu pai atingiu o meu rabo, parecendo querer entrar no meu cú. Aquilo me enlouqueceu ainda mais e esporrei mais ainda para o meu pai. Meu leite escorreu pelas pernas dele, atingindo também a área da sua virilha, acumulando-se e escorrendo com vontade do seu saco. Meu pai então jorrou seu leite com mais intensidade e atrevimento, como que querendo mostrar quem era o macho dessa história. Jato após jato, nosso orgasmo encerrou-se lentamente.Respirando ainda com muita dificuldade, nos fitamos. Continuamos imóveis, na mesma posição: corpos pressionados, braços entendidos, mãos entrelaçadas. O cheiro de porra era forte, muito forte, mas extremamente gostoso e transmitia um ar de desejos plenamente satisfeitos.Meu pai respirou fundo e me olhou com carinho. Suas mãos largaram as minhas e minhas pernas desenlaçaram a cintura de meu pai, voltando a sustentar o meu próprio corpo no chão. Meu pai envolveu minha cintura com seus braços e meu braço esquerdo repousou sobre seu ombro e costas, enquanto minha mão direita procurava o rosto de meu pai e o acariciava com ternura. Voltamos a nos beijar mas, desta vez, a tensão não mais nos envolvia, e sim uma sensação de conforto e paixão. Seus lábios procuravam os meus com amor, e sua língua ia lentamente de encontro a minha num beijo longo e cheio de afeto. Ao encerrarmos o beijo nos olhamos novamente e meu pai soltou um suspiro longo e profundo. Atravessamos horas e horas de sexo e loucuras e já era bem tarde da noite. Meu pai exibia uma expressão cansada, enquanto seus braços fortes acaraciavam minhas costas e minha cintura. Olhei para ele compreensivamente e disse:-Amanhã eu limpo tudo. Vamos tomar um banho e descansar pois já está tarde e você vai trabalhar amanhã, não é pai?Ele fez que sim com a cabeça e sorriu com ternura. Ele beijou minha testa e minha boca suavemente e nos dirigimos ao banheiro. Juntos.CONTINUA.gostou? Eu vou dar prosseguimento a esta estória, até mesmo porque tenho idéias bem loucas e pervertidas sobre esses dois. Mas vou dar um tempo para desenvolver uma outra estória sobre dois jovens personagens da TV brasileira que já não existem mais e que sempre inspirou o meu tesão. Sempre achei que, secretamente, estes dois machos (que não vou revelar quem são agora) nutriam uma atração incontrolável um pelo outro e é isso que vou colocar no papel. Aguardem! Meu email é groundandroof@hotmail.com

Pai Fode Filho bem ANIMAL!! - parte 01

Eu estava aproveitando as férias, estava com 17 anos e meu pai 34 anos quando isto aconteceu . Minha mãe nos abandonou quando eu tinha apenas 6 anos e meu pai não se envolveu com ninguém mais, nem mesmo só pra trepar, apesar de ele não ser um gato monumental que nem parece ter 34, mas apenas uns 27 anos.Eu sempre soube que curtia só homens, mas meu pai nem desconfiava disso. Ele nunca me questionou por não me ver com garota alguma e, aliás, ele era meio brucutu, meio troglodita, quase não conversávamos. E quando ele queria que eu fizesse algo ele não pedia: mandava. Isso só reforçava a masculinidade dele, fazia ele ser mais macho ainda do que já era. Bem, nem preciso dizer que eu era louco de tesão pelo meu pai. Batia punhetas históricas pensando em chupar seu caralho gostoso, pensando em ser espetacularmente fodido por aquele macho reprodutor, imaginava ele gozando, com seu leite jorrando fartamente e inundandando tudo. Ah, eu amava ele: como pai e como macho.Como ninguém é de ferro, muito menos eu (apesar de ser virgem até então), eu tinhas uns filmes e revistas de machos trepando escondidas em casa. E as usava muito mesmo. Meu pai não estava em casa, tinha ido trabalhar (ele é segurança de shopping) e, sabendo que não chegaria cedo, caí na punheta com revistas estendidas por cima da cama, completamente nu. Estava animadão, prontinho pra dar uma gozada monstruosa quando meu pai abre a porta do quarto repentinamente.- MAS QUE PORRA É...Em uma fraçao de segundo eu pensei: \"já que estou fudido mesmo, já que está tudo arruinado, mesmo com o medo imenso que estou sentindo, não vale pena a pena parar a punheta aqui e tentar explicar o que não se explica. Vou é terminar a punheta, aproveitar que ele tá na minha frente me vendo, e, cheio de tesão, vou dar a melhor esporrada da minha vida, olhando bem na cara dele. Mesmo que eu apanhe depois ou seja expulso de casa. É isso!\"Não deu outra: apesar do susto, vergonha, medo, tudo o que senti no momento, não consegui aguentar, aproveitei o momento e gozei mesmo, esporrei feito um louco, gemendo alto, olhando fixamente para ele, o melhor orgasmo da minha vida até então. Ele nem conseguiu terminar a frase que tinha começado, ficou embasbacado, vendo-me ter um belíssimo orgasmo na sua frente, eu olhando o tempo todo pra ele.Quando terminei de gozar, meu pai olhou ao redor, viu o mar de porra que espalhei pela cama e chão do quarto e, já tinha percebido no momento em que começou a falar, que as revistas não eram de homens com mulheres. Ele ficou longos instantes olhando tudo, olhando meu pau na minha mão, me olhando nu. Seus olhos faíscavam de ódio. Eu fiquei apavorado. Mas tinha dado a melhor gozada da vida.-SEU VIADO!!!! BICHA!!!!E veio pra cima de mim feito um touro, dando um tapão na minha cara. Caí em cima da cama e ele em pé na minha frente, parecendo maior ainda do que já era, gritando enlouquecido de ódio. Comecei a chorar. Não desesperadamente, mas em silêncio. Ele terminou de falar com um sonoro:- SAI DAQUI!!!!Eu coloquei uma bermuda e uma camiseta, morto de medo, e saí mesmo.Fiquei dois dias na casa de um amigo, tentando reunir coragem pra voltar pra casa. Na madrugada do segundo dia voltei, entrei em casa com todo o cuidado pra não acordar meu pai, mesmo não tendo certeza se ele estava mesmo em casa. Entrei no quarto e deitei na cama, que ainda estava do jeito que deixei, com excessão dos filmes e revistas. Nenhum deles mais se via. Ele ou jogou fora ou queimou, cheio de ódio. Mal consegui dormir, foi mesmo a pior noite da minha vida.Pela manhã ouvi ele fazendo barulho na cozinha, tomando café. Eu tinha que ir até lá e enfrentar a presença dele. Uma hora teria que fazer isso. Abri a porta, que parecia mais pesada do que nunca, e me dirigi a mesa. Sentia o rosto queimando, enrubescido de vergonha, e mal conseguia engolir a saliva, de tanto medo. Mas fui. Me sentei na mesa e me servi, e no primeiro olhar que lancei pra ele vi que seus olhos ainda estavam entorpecidos de ódio. A expressão do rosto do meu pai não era nem um pouco amigável. Apesar disso ele não disse palavra. Só me olhava com ódio. Resolvi, mesmo com medo, olhar mais algumas vezes pare ele e percebi uma certa indiferença no jeito dele, apesar de todo o ódio que parecia sentir. Bem, se ele preferia a indiferença, tanto melhor. Posso conviver com isso. Ele levantou e saiu para trabalhar.Seguiram-se dias desse jeito, até que resolvi sair uma noite pra dormir na casa de um amigo. Quando cheguei lá, surpresa! Ninguém estava. Já era tarde, quase meia noite, e resolvi voltar pra casa. Quando entrei no quarto, ouvi o barulho da cama do meu pai rangendo. Mesmo com medo, fui até lá e abri a porta. Parecia até vingança. Parecia ter sido mesmo combinado. Pois quando abri a porta me deparei com a mesma cena que meu pai se deparou dias atrás, só que agora nossos papéis estavam invertidos. Lá estava meu pai, ajoelhado na cama, com o braço esquerdo atrás dele, apoiando seu corpo na cama, e a mão direita tocando violentamente uma punheta na sua rola...meus filmes e revistas não tinham sido queimados ou jogados fora, estavam todos espalhados pela cama. Ele os usava a dias, pelo que parecia. Seu olhar era de espanto, surpresa. Percebi que ele não esperava que eu o pegasse nessa situação.Logo que abri a porta, boquiaberto e congelado diante da cena, meu pai iniciou um longo e selvagem orgasmo, olhando fixamente nos meus olhos e gemendo aos berros com sua voz grossa, exatamente como eu tinha feito com ele, apesar de que ele fazia aquilo tudo de um jeito muito mais macho.-AHHHHHHHHH!!!! ÃÃÃÃÃNNNNNN!!!! UHHHH!!!!Ele gozou, gozou, esporrou, e esporrou. Estava congelado e impressionado diante da cena, meu pai inundando a cama e o quarto com seu leite delicioso. O cheiro da porra já invadia tudo, e, não pude evitar, já estava há muito tempo com o pau duro, quase estourando a bermuda de tanto tesão.Meu pai se contorcia de prazer, sem nunca mudar a posição extremamente sexy e máscula em que tocava sua bronha, sem nunca desviar o olhar surpreso do meu rosto. Quando terminou de gozar, seu olhar expressava espanto, e ele ficou parado na mesma posição, segurando seu pau, enquanto eu admirava tudo o que acontecia. De repente, sem nunca desvir olhar de mim, ele começou a massagear o caralho, gemendo baixinho.-mmmmmmm....!!!Aquilo estava me matando! Fiquei nervosíssimo, com a respiração entrecortada, mal conseguia ficar em pé. Eu tremia de espanto e tesão. Depois de alguns instantes me torturando, ele levantou, completamente nú, colocou uma cueca justíssima e calça do seu uniforme do serviço e saiu pela porta, passando por mim sem deixar de me olhar.Eu enlouqueci. Pensei:\"O que ele quer de mim??? Quer trepar ou quer me tortutar, só por vingança?\"Quando me virei ele estava parado, apoiado na mesa que ficava exatamente atrás de mim há uns 2 metros de distância, me olhando com uma expressão séria.Eu estava confuso. O que ele queria?Ele olhou pra baixo e percebi que meu pai olhava para o volume que quase arrebentava minha bermuda. Foi então que também olhei a calça do uniforme que ele colocou e percebi um volume ainda maior dentro. Meu pai olhou pra mim. Acariciou seu peito, o abdômen e levou a mão direita até o volumoso cacete e começou a acaricia-lo. Eu revezava meu olhor aturdido e cheio de tesão entre o rosto sério de meu pai e seu lindo volume dentro das calças. Foi então que ele, num movimento de massagem vigoroso e viril, jogou a cabeça para trás e gemeu de prazer. Vendo aquilo não consegui evitar gemer junto com ele.Ele voltou a olhar para mim, sem nunca desmanchar a expressão grave de seu rosto, e fez um movimento com a cabeça indicando o meu cacete. Eu olhei pra ele espantado e ele repetiu o movimento, com mais firmeza. Eu então levei a mão trêmula até meu caralho e apertei o volume, dando um gemido alto de prazer. Meu pai gemeu junto e apertou o seu caralho com ainda mais força. Aquele lindo macho resolveu ir mais longe: ele desabotou a calça, abriu o ziper e colocou a cabeçorra de seu pau pra fora da cueca branca estufada, logo acima do elastico. Foi só a cabecinha. Era a primeira vez que eu via ela assim, dura e exposta, com o prepúcio violentamente puxado para trás, parecendo querer arrebentar-se da cabeça do caralho de meu pai. Eu gemi novamente, e puxei o ar com força entre os dentes cerrados. O calor e o tesão eram insuportáveis E o que dizer daquela expressão séria e grave de meu pai? Seu rosto parecia feito de mármore, sem nunca mudar de expressão. Junto com o silêncio de sua linda boca isso inspirava o meu tesão a ferver dentro de mim.Ele então tirou todo o longo e grosso cacete totalmente para fora da cueca. Seu pau era lindo, cheio de veias grossas, volumosas e pulsantes envolvendo-o. Seu saco não era mole e não pendia abaixo do seu cacete, pelo contrário: o saco era cheio, com pelos expessos e grossos, as bolas ficavam esticadas dentro daquela pele, cada uma de um lado da raiz do pau de meu pai, parecendo querer arrebentar aquela pele e pular para fora.Ele começou a massagear o pau por alguns segundos e e então, não resistindo ao tesão, logo após um gemido viril que arrepiou todos os meu pelos, começou a masturbar-se com toda a vontade. Eu estava suando.Meu pai fez novamente o movimento com a cabeça em direção ao meu pau. Entendi que, da mesma forma que ele estava fazendo, deveria tira-lo para fora da bermuda e da cueca e me masturbar. Foi o que fiz, trêmulo e com uma avidez infernal por sexo. Comecei a me masturbar, com a cabeça recostada na parede alternando meu olhar entre seu olhos fantásticos e seu caralho ainda mais espetacular. Se o suor escorria do meu corpo então o suor simplesmente jorrava em largos feixes pelo corpo do meu pai, descendo pela sua testa, passando pelo pesçoco largo, viajando pelo seu peito largo e viril, seu abdômen másculo e aterrisando no seus pentelhos e no caralho grosso, longo, e cheio de veias. Ele batia uma punheta cada vez mais violenta e vigorosa, e eu o acompanhava na minha bronha, com toda a força que podia. Minha boca ficava aberta, emitindo grunhidos e sons altos, a de meu pai urrava de prazer, num gemido grosso e animal. Eu queria aquele homem, queria sexo com meu pai, queria sentir na minha boca e no meu rabo o pau e sêmen que me gerou. Queria trepar com ele como nunca haveria de trepar na minha vida, mesmo que ele me matasse de pancadas depois. No entanto, percebi com aquele jogo sexual que ele iria querer começar tudo devagar. Ele era meu pai e era ele quem mandava.O mão esquerda do meu pai, que apoiava seu corpo na mesa, crispou-se ao redor da beirada do móvel, que rangeu como numa reclamação de dor. Seu braço exibiu veias grossas e músculos túrgidos. Sua boca abriu-se num grito silencioso e sua mão direita masturbava o pênis de meu pai como nunca, cheguei a pensar que ia simplesmente rasgar a pele do seu pau. Seu corpo inclinou-se rapidamente numa curva leve para trás. Percebi que meu pai teria seu orgasmo. Eu queria gozar junto com ele e aumentei o mais que podia o ritmo da minha punheta, apesar da prazerosa dor que senti no caralho. Quando meu pai gritou, num urro que parecia ser o de um demônio, o primeiro jorro de seu leite saiu da cabeça de seu pau. Apesar da distância, foi exatamente em cima do meu pau que a porra branca, viscosa e grossa de meu pai alojou-se. Não aguentei aquilo. Era demais pra mim sentir o sêmen do pau de meu pai cobrir todo o meu pau. Meu corpo curvou-se e o primeiro jorro de meu gozo voou pela sala, atingindo também o pau e o saco de meu pai. Ele olhou para seu pau e saco cobertos pela minha porra, a porra de seu filho, e voltando a olhar pra mim, deu em berro ainda maior e gozou novamente, arremesando um jorro ainda maior do seu leite diretamente na minha boca aberta, meu pescoço e meu peito. Senti o leite de meu pai em minha boca, engoli todo o jorro que ainda não tinha descido pela minha garganta e meu tesão explodiu ainda mais, enviando a porra diretamente de meu pau para o peito e abdômen de meu pai. Meu pai, com olhar surpreso ao ver que me deliciei engolindo seu leite, inclinou o corpo para frente e jogou mais um jato de porra, desta vez no meu saco, na minha bermuda e nas minhas pernas. Antes que eu conseguisse dar o troco com minha porra, meu pai gritou novamente e seu pau rapidamente lançou mais um jato de sêmen no meu corpo e no meu pau. Eu esporrei feito um búfalo novamente e caí de joelhos, gemendo e esporrando o resto da minha porra pela sala. Meu pai não se fez de rogado, inclinou novamente seu corpo para trás e jogou, jorro após jorro de leite do seu pau na minha cara, peito e abdômen. Eu desfaleci, jogando minha cabeça para trás, olhando para aquele homem perturbadoramente lindo, sério, viril e sexy.Meu pai respirava com dificuldade. Tinha o olhar cansado e seu corpo tremia, coberto pelo suor que formou rios no seu corpo e encharcava o chão da sala, já coberto pelo leite do meu pai e meu. Ele apoiu o braço direito, assim como já o esquerdo estava, na mesa. Não deixou nunca de olhar pra mim, com uma expressão séria, mas agora também cansada.Exausto, mas satisfeito como nunca na minha vida, eu encarava meu pai, também sem desviar seu olhar do meu. Depois de alguns minutos naquela mesma posição, o caralho de meu pai começou novamente a endurecer. Lentamente vi as veias novamente se enchendo de sangue, pulsando pelo corpo do membro. Vi o caralho engrossar e alongar-se cada vez mais. A cabeça apontou vistosa para cima. O saco ficou ainda mais cheio e esticado. Seu pau exibiu, assim, uma ereção ainda maior do que a que já tinha demonstrado. Pensei: \"meu deus, esse homem é um garanhão, um reprodutor de marca! Depois de ter gozado duas vezes ainda mostra uma ereção ainda mais viril!\"Meu pau respondeu reagindo imediatamente. O que meu pai, com tamanha ereção, iria querer fazer comigo, com seu filho agora?CONTINUA.gostou? meu email é groundandroof@hotmail.com

terça-feira, agosto 30, 2005

Curioso

Desde pequeno sentia atração pelo membro masculino. Nem sequer sabia o que era ser gay ou sentir tesão por homens, mas sempre gostei de olhar para os paus. Lembro-me que sempre que ia ao clube com meus pais e meu irmão, na hora do banho, no vestiário masculino onde todos ficavam nus, chamava-me a atenção os pintos dos jovens, pois sempre eram maiores e mais longos que os dos adultos. Agora sei que eles, provavelmente, durante o banho de piscina ficavam de paus duros por alguma razão e, no banho, seus paus moles ainda não haviam voltado totalmente ao tamanho normal. Achava lindos aqueles pintos moles e cumpridos balançando conforme os rapazes andavam.
A minha curiosidade aumentou quando, na adolescência, o meu pau começou a crescer e a ficar com pêlos em volta. Aí eu queria sempre ver como eram os outros paus para comparar. Nessa época, minha mãe já havia morrido e meu pai se casado com minha madrasta. Não freqüentávamos mais o clube e eu só podia ver um pau escondido. Minha curiosidade era tanta que ficava olhando pelo buraco da fechadura do banheiro meu pai ou meu irmão tomando banho. Várias vezes vi tanto um quanto o outro se masturbando debaixo do chuveiro até voarem jatos de porra, geralmente no vidro do box, que escorria lentamente e me deixava super-excitado. Também a curiosidade me fez ver, algumas vezes, meu pai transando com sua esposa. Sempre me chamava mais a atenção o seu pau a comendo ou sendo chupado por ela, do que a xana da mulher. Só lá pelos meus quinze anos é que eu descobri que era gay e que um homem pode transar com outro. E isso eu descobri graças à minha curiosidade.
Meu irmão mais velho, na época com 17 anos, sempre estudava junto com outro colega da escola, um negro muito bonito e simpático, de quem meus pais gostavam muito e acolhiam com grande carinho. Eu também gostava muito dele, pois ele sempre me tratava com muito carinho, nunca esquecendo de trazer-me algum doce ou chocolate e me abraçar com carinho. Quando os dois se fechavam no quarto do meu irmão, este pedia à minha madrasta que não fossem interrompidos nos estudos e que ela não me deixasse atrapalhar a concentração deles. Na nossa casa, o janela do quarto do meu irmão dá para um pequeno corredor lateral meio escuro, úmido e sem saída, que apenas permite a ventilação. Querendo saber se eles só estudavam, eu um dia fui àquele corredor em que ninguém entrava e espiei pela janela, através da cortina semi-cerrada. E o que eu vi me deixou alucinado: meu irmão e o amigo estavam nus e se beijando. Eu podia ver suas línguas se cruzando ou sumindo ora na boca de um ora na de outro. Suas mãos tocavam seus paus duros ou deslizavam por seus corpos. Logo chamou-me a atenção o tamanho do cacete do negrão. Nunca eu havia visto algo igual. Era maior que o do meu irmão e o do meu pai, os dois paus que eu já vira duros, e muito maior que o meu.
Após um tempo, o amigo do meu irmão deitou-se na cama e meu irmão ajeitou-se entre suas pernas, pegando a enorme rola nas mãos e começando a lambê-la. Passava a língua pela cabeçorra do caralho negro e por toda vara, de alto a baixo, até enfiar as bolas em sua boca. O negro se contorcia e gemia baixinho. Então meu irmão abocanhou a cabeça do pau do amigo e começou a chupar. E foi descendo e subindo, descendo e subindo, cada vez fazendo a rola entrar mais em sua boca. Pela expressão no rosto do amigo, ele estava tendo muito prazer. Os dois começaram a se virar na cama e, em três tempos, um chupava o pau do outro no que eu aprendi mais tarde ser um “69”. Vendo homens chupando os paus, descobri naquele instante que era aquilo que eu também queria fazer e a razão da minha atração tão precoce pelos homens. Eu abaixei as minhas calças e comecei a me masturbar ali no corredor, olhando a chupação dos dois.
De repente pararam e o amigo negro do meu irmão ajoelhou-se perto na cabeceira da cama, de costas para o meu irmão e encostando a cabeça e os braços na parede, inclinando-se levemente. Meu irmão veio por trás, cuspiu na mão e passou o cuspe no cu do amigo; em seguida, segurando com uma das mãos seu caralho duro e visivelmente molhado, encaixou-o no cu do negro, que abriu bem as pernas. Pude ver o pau do meu irmão desaparecer no cu do amigo e depois reaparecer. E meu irmão, segurando o colega de “estudo” pelos ombros, começou a movimentar-se ritmadamente, pondo e tirando o pau daquele cu. Nisso eu já havia gozado e continuava de pau duro, olhando a cena e me masturbando. Outra coisa que me chamou muito a atenção foi o tamanho da bunda do negro: uma imensa massa de músculos, firme e redonda. Pelos movimentos que meu irmão fazia, notei que a sua bunda também era muito bonita, embora não tão grande quanto à do seu amigo. Sem dúvida, dois homens lindos dando-se prazer mutuamente.
Mais uma vez eles mudaram de posição. Meu irmão deitou-se na cama e seu amante levantou suas pernas, deixando seu cu à vista. O negro abaixou até que sua língua passou a contornar todo o cu do meu irmão, que contraía seu buraquinho e se remexia na cama, demonstrando todo o seu prazer. Depois de lamber bem o cu do meu irmão, seu amigo negro passou a chupar sua rola dura, fazendo-a várias vezes desaparecer completamente dentro de sua boca. Pensei comigo como era possível enfiar tudo aquilo na boca. A rola do meu irmão não era tão grande quanto à do colega, mas aparentava uns 20 cm pelo menos. Em seguida, ficando de joelhos, o negro encaixou sua monumental pica no cu do meu irmão e, na posição de frango assado, passou comê-lo. Na hora em que via aquela rola imensa deslizando devagar mas facilmente para dentro do cu do meu irmão, gozei mais uma vez. Inclinando-se sobre o meu irmão, o amigo aproximou suas boca, num beijo ardente e profundo, com suas línguas se tocando voluptuosamente.
Após um bom tempo que não sei definir quanto, o negro ergueu-se, continuando a comer o meu irmão. Este começou a punhetar-se com crescente intensidade, até que gozou no próprio peito e barriga. O negro, ao ver meu irmão gozar, aumentou o ritmo de suas remetidas e, no instante do gozo, tirou o pau do cu do meu irmão e esporrou forte em seu peito e cara. Ao ver aquela porra branca, espessa e abundante jorrar na cara do meu irmão, gozei pela terceira vez. O amigo deixou-se cair sobre o meu irmão e ambos se beijaram, fazendo com que a porra no rosto do meu irmão passasse também para o rosto do amante, que em seguida passou a lamber sua porra e colocá-la, com a língua, na boca do meu irmão. Com uma toalha, ambos se limparam e se vestiram, continuando o estudo que haviam interrompido pelo tesão. Eu ergui minha calça e voltei para dentro de casa, onde, no banheiro, bati mais uma punheta lembrando o que tinha acabado de ver.
O desejo de fazer a mesma coisa dominou meus pensamentos o resto do dia. Queria e precisava transar igual meu irmão transava com o amigo porém, eu não tinha um amante gostoso como o dele. À noite, antes de dormir, fui ao quarto do meu irmão e lhe disse o que eu havia visto e ameacei contar ao meu pai, a não ser que ele convencesse o amigo a transar comigo. Meu irmão ficou, primeiro envergonhado, depois bravo e, por fim, tentou mostrar que eu ainda era jovem para aquilo. Abaixei minha calça e mostrei-lhe meu pau duro e melado, com pêlos em volta, dizendo-lhe que não era mais uma criancinha. Ele disse que iria ver com o amigo se ele estava a fim de algo comigo.
Dois dias depois, o amigo do meu irmão apareceu em casa para eles “estudarem”. Como sempre, trouxe-me um bombom e me abraçou. No abraço, senti que sua mão tocou propositadamente a minha bunda. Os dois se trancaram no quarto para estudar e, mais de uma hora depois, meu irmão me chamou. Entrei no quarto dele e encontrei seu amigo completamente nu e com a rola dura. “Pronto!”, disse o meu irmão, “Ele é todo seu”. Embora desejasse ardentemente transar com aquele deus de ébano, eu fiquei muito constrangido com a situação. O amigo do meu irmão chamou-me para junto de si e colocou-me sobre seu colo. “Fique tranqüilo, meu menino lindo. Não vamos fazer nada que você não queira, ok?”. Balancei minha cabeça afirmativamente, como uma criancinha assustada. Ele tocou meu rosto com uma das mãos e virou-o para si, aproximando nossas boca. Em seguida, beijou-me ternamente os lábios. Meu primeiro beijo! Senti sua língua sair de sua boca o passar pelos meus lábios com suavidade. Instintivamente, abri levemente a minha boca e senti aquela língua quente tocando a minha língua. Em instantes, eu o beijava como se tivesse feito isso por toda a minha vida. Com vagar, ele abriu os botões da minha camisa e começou a lamber meu peito e chupar meus mamilos, deixando-me completamente entesado e arrepiado. “Vamos tirar toda essa roupa pra ficarmos mais à vontade?”, disse-me ele, baixinho. E ajudou-me a despir-me. Meu pau saltou para fora da cueca completamente duro e melado. “Ai, que delícia de melzinho saindo dessa rola tão novinha!”, falou o negro, colocando meu pau em sua boca e chupando-o. Quase morri de tanto tesão. Pensei que fosse gozar na mesma hora, mas ele parou de chupar dizendo que ainda era cedo para gozar. Pediu-me para ajoelhar à sua frente e dirigiu minha boca para aquela rola maravilhosa. Caí de boca sem pestanejar, sentindo todo o prazer de ter um pau delicioso fodendo a nossa boca. Com a rola do negro na minha boca, olhei de lado e vi eu irmão nu, batendo uma punheta gostosa, olhando-nos.
“Quer perder esse cabacinho?”, perguntou-me o amigo do meu irmão, passando o dedo pelo meu cu. “Quero!”, respondi, arfando. Ele colocou-me de quatro na beira cama e, ajoelhado atrás de mim, começou a lamber meu cu e enfiar sua língua, fazendo-me morder o travesseiro para segurar o grito de tesão que eu queria soltar. Levantando-se, ele foi até sua mochila e retirou um tubo de creme KY, com o qual abundantemente lubrificou meu cu e seu imenso pau já todo melado. “Relaxa bastante e vai você mesmo conduzindo a penetração, está bem, querido?”, disse-me ele. Só pude responder, baixinho, “sim”. Ele encaixou a cabeça do pau no meu cu, que, devido à lubrificação, deslizou para dentro facilmente, mas parou no esfíncter. “Relaxa!”, voltou a dizer-me. Eu empurrava a bunda contra seu pau e ele o empurrava em direção ao meu cu, mas não estava fácil entrar. Meu cu era virgem e seu pau muito grande – constatei depois ter 24 cm. Após algumas tentativas meio doloridas e infrutíferas, o negro, com seu dois dedos indicadores, tocou os lados da minha barriga, à altura da cintura, como ele fazia em mim de vez em quando, causando-me cócegas. Como sempre acontece quando ele faz isso comigo, meu corpo teve como que um espasmo, retesou-se inteiro e, imediatamente em seguida, relaxou. Nisso, parte do pau do negro entrou em meu cu, arrancando-me um longo suspiro de prazer. “Isso, menino, deixa meu pau entrar gostoso no seu cuzinho virgem”. Tendo ultrapassado o esfincter, agora estava mais fácil ser penetrado. Vagarosamente, ele foi metendo seus 24 cm dentro de mim. Meu irmão, olhando-nos, masturbava-se furiosamente. Fiquei ali de quatro, na beira da cama, com o negro em pé atrás de mim me fodendo e meu irmão à minha frente se masturbando. Fiquei olhando para ele e para seu pau, fazendo caras e bocas de tesão, abrindo minha boca e lambendo meus lábios. Meu irmão, olhando-me, repetia as mesmas caras e bocas. Foi-se aproximando, olhos nos olhos, com o pau na mão. Eu sabia o que estava para acontecer e não queria evitar. Ele foi-se chegando na cama, ajoelhou-se à minha frente e colocou sua rola dura e babada bem próxima ao meu rosto. “Vai, garoto, chupa a rola gostosa do seu irmão!”, incentivou-me o negro. Na mesma hora iniciei uma deliciosa chupeta no caralho do meu próprio irmão. Não demorou para ele gozar na minha boca. Sem saber o que fazer com sua porra, engoli tudo. Em seguida, senti o pau do negro pulsar repetidamente em meu cu, acompanhado de um abafado “aahhhh!!!”, sinal de que estava me inundado com sua porra. Sem tocar em meu pau, gozei sobre a cama do meu irmão. Saindo de dentro de mim e vendo minha porra sobre o lençol da cama, o amigo do meu irmão lambeu tudo, dizendo, brincando, que era preciso deixar tudo limpinho. Limpamos nossos paus e minha bunda com uma toalha e nos vestimos. Abraçando-me, o amigo do meu irmão perguntou-me: “E aí, gostou, meu menino?”. “Adorei!”, respondi. “Se você quiser ‘estudar’ com a gente de vez em quando, é só aparecer!” Sorri de felicidade e olhei para o meu irmão, que também sorria maliciosamente, confirmando o convite.

Matando Saudades

Poucos meses depois do narrado no conto “EU E MEU FILHO NO HOTEL EM CURITIBA”, num dia de folga em que pensei estar sozinho em casa – minha esposa sai cedo para trabalhar, meus dois filhos mais velhos fazem faculdade de manhã e o mais novo também cursa o segundo grau no horário matutino – levantei-me por volta das 7h30 e fui tomar m longo e gostoso banho. Quando entrei em meu quarto, nu e me enxugando, para minha surpresa, encontrei meu filho mais novo deitado na cama de casal. Como somos adeptos do naturismo e andamos nus dentro de casa, o que me surpreendeu foi o fato dele ainda estar em casa, já que, àquela hora, ele deveria estar no colégio.
Perguntei-lhe o porque dele estar em casa e não na escola e ele respondeu-me que ficara com vontade de ficar em casa comigo, nesse meu raro dia de folga, assim poderíamos conversar à vontade. Minha preocupação era que ele perdesse algo importante na escola, mas ele me tranqüilizou dizendo que, naquele dia, haveria revisão de matéria e como ele estava com as notas altas, não sairia prejudicado com a falta.
Joguei a toalha úmida sobre uma cadeira e deitei-me na cama, ao lado do meu filho, que logo me abraçou e recostou a cabeça em meu peito, como fazia desde pequeno. Perguntei-lhe se estava tudo bem na escola e com o namorado que ele arranjara em Curitiba. Tudo estava indo bem, mas ele estava morrendo de saudades do namorado, que não via há mais de três semanas, já que alguns exames da escola obrigara meu filho a não viajar de São Paulo a Curitiba para vê-lo e o namorado não pudera vir a São Paulo, pois não tivera nenhuma folga.
Conversa vai, conversa vem, meu filho me confidenciou que estava com um tesão muito grande, afinal não transava havia muitos dias. Disse-me que, provavelmente, quando estiver morando com o namorado, assim que entrar para a faculdade em Curitiba – ele pretende prestar o vestibular na Universidade Federal do Paraná, mudar-se para Curitiba e viver com o namorado, o que conta com o apoio da minha esposa e meu -, ele vai transar todos os dias, pois sente um tesão incontrolável e que só a punheta não resolve. Ri com ele, dizendo que era coisa da idade e que, depois de casado, o ritmo e a regularidade das relações sexuais mudam. Ele perguntou-me quantas vezes por semana eu e sua mão transávamos e ficou surpreso por se “só” duas vezes por semana. Contou-me que se masturba todos os dias quando está em São Paulo longe do namorado e que, quando se encontram no final de semana, chega a gozar diversas vezes nos dois dias em que estão juntos. “Que fogo, hein, filhão!”, brinquei com ele. Nessa altura da conversa, sentia que seu pau estava duro e roçando a minha perna. Então perguntou-me: “Pai, você nunca transou mesmo com outro cara?” Com toda a sinceridade, respondi-lhe: “Não, filho, nunca me deu vontade. A primeira e única vez foi mesmo aquele dia no hotel”. “E você gostou?”, quis saber. “Claro que gostei”, respondi, “e tive um prazer que nunca pensei que pudesse ter com um homem”. E meu filho continuou abraçado a mim, roçando levemente seu pau duro em minha perna, o que começou a me deixar excitado também. “Sabe, pai, depois que eu dei o cu pela primeira vez, agora quero dar sempre. Durante toda a semana fico me imaginando transando com o meu namorado. Você não sentiu mais vontade de dar o cu depois daquele dia?” Procurando manter a naturalidade e a sinceridade que sempre marcou as relações da nossa família, disse que sentira sim, várias vezes, mas que eu não ia procurar homens por aí, correndo o risco de contrair uma doença e, ainda por cima, transmiti-la à minha esposa. Então meu filho lembrou-me do pedido que o namorado dele fizera quando eles se separaram pela primeira vez, quando voltamos de Curitiba: que quando eu soubesse que ele estava com muito tesão, o namorado preferia que eu transasse com meu filho e lhe satisfizesse o desejo, já que havíamos nos iniciado juntos com o rapaz, do que meu filho procurasse um estranho. E concluiu: “E o inverso também vale, pai. Se você tiver vontade, pode me procurar que eu te ajudo”. Meu pau, a essa altura, já estava duríssimo e meu filho mexia nele carinhosamente. Em seguida, foi-se dirigindo até minha rola e começou a chupá-la deliciosamente, arrancando-me suspiros de prazer. Perguntei-lhe, então: “E o que você quer fazer: quer me comer ou me dar o seu cuzinho?” Respondeu-me sorrindo: “E precisa escolher só um dos dois?” Voltou o rosto para mim. Puxei-o para cima e nos beijamos, primeiro ternamente e, em seguida, cada vez com mais volúpia e desejo, nossas línguas se encontrando e cruzando com fúria. Meu filho deitou-se sobre mim e foi abrindo as minhas pernas com as suas pernas e, com uma das mãos, levantou uma das minhas pernas, dando-me a entender exatamente o que queria. “Vamos primeiro tirar o seu atraso, pai”, disse-me ele, colocando-me na posição de frango assado e encaixando seu pau duro e já melado no meu cu. Peguei um pouco da baba do meu pau e passei na entrada do meu cu para lubrificá-la. Meu filho meteu a cabeça de sua rola no meu cu e, ritmando um vai e vem, foi enfiando tudo devagar, até que todo o seu pau conseguiu entrar. Depois de tudo dentro, curvou-se mais sobre mim e voltamos a nos beijar, enquanto ele me fodia, pondo e tirando o pau do meu cu, que após tantas semanas, voltava a sentir uma rola gostosa dentro de si. O tesão do meu filho era tão grande e maior que o meu, que acabou gozando dentro de mim, que demonstrei minha frustração com um: “Mas já?!”. Ele se desculpou e disse para não me preocupar, pois continuava com tesão. De fato, tirou o pau de dentro de mim, levantou-se e pude ver sua vara lambuzada de porra, ainda pingando, mas completamente dura e pulsando. Abrindo as penas, colocou-as uma de cada lado do meu corpo e foi abaixando, até que seu cuzinho encontrou a minha rola dura e foi acolhendo todo o meu pau devagar e sem parar. Parecia mesmo uma bucetinha apertadinha o cu do meu filho, que já estava especialista em dar o cu. Inclinando-se levemente para trás e colocando as mãos sobre a cama, deixou-me ver meu pau dentro do seu cu. Então começou a me cavalgar, subindo e descendo pelo meu caralho duro. Nessa posição, eu podia ver perfeitamente meu pau sumir e reaparecer dentro do cu do meu filho caçula. Ele me cavalgou por mais de meia hora, até que, aumentando o ritmo, fez-me gozar dentro dele. Em seguida, sentou-se na cabeceira da cama e me fez chupá-lo até gozar na minha boca. Como da primeira vez, engoli toda a porra.
Fomos tomar banho juntos, e mais uma vez ele, debaixo do chuveiro, me chupou até fazer-me gozar em sua boca. E tive de dar-lhe mais uma vez o cu, em pé, encostado à parece do Box com ele por trás, até novamente gozar dentro de mim. Mas dessa vez ele não tirou e, mesmo após gozar, continuou a meter a rola em mim. Mais alguns minutos e gozou novamente. Fiquei admirado da capacidade de gozar que meu filho tem. Quando estávamos nos vestindo para sair para almoçar juntos, ele me disse: “Agora que você sabe o tamanho do meu tesão, pai, sempre que quiser pode me procurar, pois sempre estarei com vontade”. Dei-lhe um tapinha amigável nas costas e respondi: “Pois tenha certeza de que vou fazer isso mais vezes!”

Papai, minha namorada e eu

Papai sempre foi um homem muito sacana, que mesmo na minha presença não deixava de mexer com as meninas novinhas pelas quais sempre teve muita atração. Por ser um homem muito bonito e atraente além de extremamente simpático, várias amigas minhas de escola passaram pela sua cama, muitas vezes intermediadas por mim.
Embora eu não me considere tão sacana quanto ele, aprendi muita putaria observando-o escondido ou através de seus relatos.
Certa vez arranjei uma namorada um pouco mais velha do que eu e bem mais experiente. Era realmente muito bonita e chamava a atenção de todo homem. Quando lhe apresentei papai, senti imediatamente uma forte atração entre ambos, a qual procurei ignorar. Mas o tempo fez com que a atração entre ambos crescesse, ao invés de diminuir. Como eu a amava sinceramente e não queria perdê-la de forma alguma, quando senti que o inevitável iria acontecer, como tantas vezes eu fizera, intermediei uma relação entre ela e papai. Para minha surpresa, ela pediu-me que falasse com meu pai para que eu e ele transássemos ao mesmo tempo com ela. Ligadão numa sacanagem, ele concordou na hora.
No quarto de papai, ficamos os três completamente nus. O pau de papai já estava duro mesmo antes de ele tirar a roupa e, quando o fez, deixou mina namorada de boca aberta de admiração, pois a rola de papai é realmente grande, maior que a minha que é bem dotada. Ao vê-la, minha namorada, após alguns instantes, falou sorrindo: “Mas essa família é extraordinária!” Fomos os 3 para o banheiro nos lavar para retirar o suor e qualquer cheiro desagradável de nossos corpos.
Já no banho, minha namorada ajoelhou-se à nossa frente e abocanhou primeiro a imensa rola de papai e depois a minha, intercalando a chupada em cada pau e tentando, em vão, colocar as duas na boca ao mesmo tempo. Enquanto chupava uma, a outra era esfregada em seu rosto. Quando levantou-se, abaixei e comecei a lamber sua xana. Papai, por trás, abriu-lhe mais as pernas e a bunda com as mãos e passou a lamber seu cuzinho. A garota rebolava e gemia de prazer.
Molhados, caímos na cama os três. De quatro, inclinada sobre a rola de papai, minha namorada recomeçou a chupá-lo, enquanto eu, por trás dela, meti-lhe a pica na boceta, fodendo-a com vontade maior que a costumeira por vê-la com a boca no caralho do meu pai. Após um tempo, papai pediu-me que metesse no cu a garota e ele, ajeitando-se na cama, fez com que ela encaixasse sua vagina em seu pau. Ela urrou com a dupla penetração. Fiquei fodendo seu cu um bom tempo, mas a vontade de ver o pau do meu pai comenda a minha namorada fez com que eu saísse de dentro do cu dela e me ajoelha-se aos pés da cama, bem à frente deles. Da posição em que me encontrava eu podia ver a rolona de papai pulsando, entrando e saindo da boceta da minha garota. Uma vontade incontrolável de lamber a xana dela enquanto era comida por meu pai tomou conta de mim. Aproximei-me e enfiei a língua entre as paredes da boceta dela e a rola de papai. Porém, algo inimaginável para mim aconteceu. O cheiro e a proximidade da rola de papai me extasiaram. Comecei a passar a língua pelo pau de papai à medida que ele entrava e saía da boceta. Papai começou a gemer alto e perguntou-me: “Seu puto, o que você está fazendo que está me deixando com mais tesão?! Continua que está uma delícia!”. Passei então a lamber e em seguida a chupar as bolas de papai, levando-o à loucura. Podia sentir seu pau ficar ainda mais duro devido ao tesão. Não resistindo a nenhum pudor, aproximei ainda mais a minha cabeça, inclinei-a um pouco e, com a boca semi aberta, abocanhei com os lábios a rola de papai, que continuava dentro da minha namorada. Eu podia sentir todo o gosto daquela xana que eu tantas vezes lambera misturada ao gosto da baba que saía do pau de papai. Num determinado momento, o pau de papai escapou da boceta da minha namorada. Não perdi tempo e a coloquei toda na boca, chupando-a com uma vontade até então desconhecida para mim. Minha garota, ao ver que o pau de papai não voltara para dentro dela, levantou-se e viu-me chupando meu próprio pai. Mas, ao invés de ficar indignada, ficou ainda mais excitada. Ajoelhou-se ao meu lado e ambos dividimos a minha rola paterna, levando papai ao êxtase e fazendo-o jorrar porra em nossas bocas e caras.
Passado o tesão, senti-me completamente envergonhado pelo que acontecera, mas os dois me consolaram e disseram que hoje em dia é comum um homem ir além da simples relação heterossexual. Ambos contaram já haver tido, com outras pessoas, relações bissexuais muito satisfatórias. Admirei-me quando papai contou já ter transado com alguns rapazes amigos meus. E disse que aquilo em nada diminuía o seu desejo pelas mulheres, apenas abria-lhe outros campos para o prazer sexual.
Dias depois, estando apenas papai e eu em casa, ele colocou um filme pornô para assistir e chamou-me. Sentamo-nos lado a lado no chão, recostados no sofá, nus, e começamos a bater punheta. Numa cena bissexual, papai colocou sua perna sobre a minha. Olhei para ele, que sorriu-me maliciosamente. Envolvido pelo tesão, toquei eu sua rola deliciosa. Papai passou a mão por trás da minha cabeça, puxando-a levemente em sua direção, dizendo: “Mata a sua vontade, que eu sei que você gosta!” Abocanhei o caralho de papai e passei a chupá-lo com volúpia. “Vamos perder esse cabaço?!”, propôs-me papai. Levantei-me, direcionei minha bunda em relação à pica de papai e fui descendo até encaixar a entrada do meu cu virgem na cabeça do pau de papai. Rebolando devagar, fui descendo, abrindo a bunda com uma das mãos. Doeu mas eu não desisti. Quando senti que a cabeça já havia entrado mais fundo no meu cu, ficou fácil acolher o resto daquela tora de carne e nervos. Sentei com tudo, arrancando um longo suspiro de papai. “Cavalga, meu putinho!” Comecei a subir e a descer pela rola de papai. Após um bom período assim, ele pediu-me: “Mais rápido!” e foi pedindo a mesma coisa, cada vez mais arfante e eu aumentando o ritmo, até que ele me abraçou com força e urrou. Parei de cavalgar e sentei com tudo na rola de papai, que a forçava o mais fundo possível dentro de mim. Senti seu pau pulsar no meu cu, enchendo-me com sua porra.
Depois de recuperarmos o controle de nossas respirações, papai disse-me: “Precisamos fazer isso mais vez, ok?!” A minha resposta foi cair de boca novamente na rola de papai. E começamos tudo de novo.

Meu pai, fotografo

Meu pai tem uma profissão que poucos homens têm: é fotógrafo para revistas gays. Sempre que eu ia visitá-lo, eu o via tirando fotos de homens muito bonitos, sempre de paus duros. Depois de um tempo, ele começou a me proibir de ver as fotos e eu descobri que era porque ele estava tirando fotos de transas entre homens.
Nessa época, papai estava namorando um rapazinho que era modelo fotográfico gay e tinha sido lançado por papai como ator nos ensaios de sexo explícito. Éramos muito amigos e, por isso, convenci-o a me ajudar a ver escondido o trabalho. De uma janela do escritório de papai era possível ver o grande estúdio fotográfico onde se realizavam as seções de transa e de fotos. O namorado do papai deixou a persiana levemente aberta e a luz do escritório apagada, de modo que eu pudesse ver tudo o que acontecia no estúdio, mas ninguém pudesse me ver.
A seção de fotos tinha o namorado de papai como ator principal. Para esquentar bem os atores e deixá-los de paus bem duros, havia uma rapazinho bonitinho que tinha por função chupar os paus do caras que tivessem alguma dificuldade de ereção. Quando vi aquele rapazinho chupando as rolas imensas dos atores, meu pau ficou duro na hora. Assim que os 3 atores estavam com as rolas duras, começou a seção das fotos. Numa cama, eles começavam a se beijar e depois faziam todo tipo de transa possível entre machos. Fiquei doido de tesão as primeiras vezes que eu vi homens nus se beijando e depois um chupando o pau do outro e, por fim, um fodendo o cu do outro até jorrarem suas porras fortes.
Lembro que, na primeira vez que vi escondido, em diversos momentos tive a sensação de que o namorado de papai olhava para mim enquanto chupava ou era chupado e no momento em que estava sendo fodido pelos dois caras, um de cada lado. Não resisti, pus meu pau duro pra fora da calça e comecei a me masturbar. Quando o namorado de papai olhou na minha direção e gozou, meu pau esporrou “litros” de porra na parede do estúdio. Depois de terminada a seção de fotos, enquanto papai as revelava, seu namorado me procurou para saber o que eu tinha achado de sua performance. Começamos a comentar as cenas e nossos paus ficaram visivelmente duros. Ele me levou até o meu quarto, trancou a porta e me beijou. Em seguida tirou minha roupa e a sua, deitou-me na cama e deitou-se sobre mim, fazendo com que nossos paus se roçassem, ao mesmo tempo que nossas bocas se beijavam. Ele foi descendo sua boca por todo o meu corpo até encontrar meu pau. Quase gozei de tesão no momento em que ele abocanhou meu caralho e começou a chupá-lo com desejo. Sem tirar meu pau de sua boca, foi-se virando aos poucos, até que o seu pau estivesse na direção do meu rosto. Percebi o que ele desejava e correspondi ao seu desejo: suguei sua rola deliciosa e melada com um vontade incontrolável. Não seu quanto tempo ficamos nos chupando. Só sei que quando ele gozou na minha boca e imediatamente gozei em sua boca. Com nossas bocas ainda com gosto dos nossos sexos, nos beijamos ternamente.
Sempre que eu estava visitando papai, via escondido a seção das fotos e me deliciava. Houve uma seção em que meu pai ficou tão doido de tesão com a cena de sexo, da qual seu namorado participava, que acabou tirando a roupa e participando da transa. Como ele é um homem muito bonito e sempre é cantado pelos modelos, sua participação foi muito bem vinda por todos, que esqueceram as fotos e se entregaram ao sexo. Eu, vendo meu pai beijando, chupando e sendo chupado, comendo e recebendo aquelas rolas dentro do seu cu, fiquei me masturbando alucinadamente. Gozei 3 vezes seguida, olhando para o pau delicioso do papai sumindo em bocas e bundas.
O tempo foi passando e o namorado de papai ajudou-me a revelar a ele que eu também era gay. Meu pai aceitou numa boa a minha condição homossexual. E, com o tempo, foi-me deixando assistir às seções de fotos de sexo explícito. Passei a trabalhar com ele como auxiliar, o que me obrigava a, todas as tardes após a aula, estar em seu estúdio. Também passei a receber um salário pelo meu trabalho de assistente.
Certa tarde em que o outro assistente de papai – aquele rapazinho que ajudava os atores que tivessem dificuldade em ficar de pau duro – faltou, um dos atores não conseguia se concentrar na ereção. Como se fosse a coisa mais natural do mundo, eu disse que o ajudaria. E antes que meu pai pudesse me impedir, eu estava ajoelhado à frente do ator nu, com seu pau em minha boca. O pau dele ficou duro na hora (mais tarde ele me disse que ficara rapidamente com tesão, pois meu pai estava lá vendo o filho chupar outro cara). Meu pai tentou dizer alguma coisa, mas seu namorado o acalmou e tudo acabou bem.
Aos dezoito anos, pedi a papai para ser ator também. Após uma pequena resistência inicial, ele concordou, mas pediu-me que as primeiras fotos fossem com seu namorado (ele não sabia que nós já transávamos havia 3 anos). Numa tarde em que apenas nós 3 estávamos no estúdio, iniciei-me como ator de fotonovelas pornô-gay. O ambiente que meu pai escolheu para o ensaio foi uma escola. Eu seria um aluno e o seu namorado o meu professor. Sozinho na sala, após o término da aula, o professor começava a me ajudar com a matéria na qual eu tinha dificuldade. Curvado sobre mim, seu pau começou a se esfregar em meu braço e a endurecer. Quando eu me virei, seu pau, sob a roupa, esfregou em minha boca. Comecei a morder seu pau por cima da roupa. Em seguida, pondo a rola para fora, passei a chupá-la. Ele me levantou e começou a me beijar. Em pouco tempo estávamos sobre a mesa da sala de aula, eu na posição de frango assado e o professor me fodendo gostoso. Meu pai não perdia uma foto e nenhuma de nossas posições. Dando-nos ordens, era visível, pelo tom de sua voz, que ele estava excitado com a cena: seu filho e seu namorado transando na sua frente. Depois soube que, à noite, ele fodeu o namorado como havia muito tempo que não fodia.
Realizei vários ensaios com papai. Agora eu era um astro pornô, ao lado do namorado dele. Várias revistas gays estamparam nossas fotos em capas e em ensaios. E chamava sempre a atenção o fato do fotógrafo ser o pai e o namorado dos atores principais.
Uma revista pediu a papai que realizasse um ensaio erótico, mas não pornográfico, comigo e com seu namorado. Podia haver beijos e toques, mas não sexo explícito. Papai optou por fazer as fotos em seu quarto e não no estúdio, a fim de criar um ambiente mais romântico. Eu e o namorado de papai, seguindo suas ordens, nos beijamos muito e nos tocamos carinhosamente. O clima alcançado nas fotos foi de muito tesão, mas de muito amor também. Conseguimos transpor para as fotos algo além de erotização. E o clima entre nós ficou tão bom que, terminada a seção, continuamos na cama nos tocando e nos beijando. Papai, percebendo o que estava acontecendo, e visivelmente excitado, tirou a roupa e juntou-se a nós. Seu namorado ficou entre nós. Eu o abraçava e beijava pela frente. Papai o abraçava e beijava por trás. Nossos beijos iam ficando mais e mais quentes. Quando o namorado de papai deu um suspiro curto e profundo, estremecendo um pouco o corpo, levei minha mão à sua bunda e senti o pau duro de papai dentro de seu cu. Fazendo um “v” com os dedos, encaixei o pau de papai em minha mãos e fiquei sentindo seu vai e vem no cu do namorado. Sentindo meu toque em seu pau, papai aproximou sua mão e passou a me masturbar. Pediu-me que sentasse à cabeceira da cama. Posicionei-me e ele fez seu namorado me chupar, enquanto ele, por cima, fodia o cu do rapaz. Com a cabeça por cima do ombro do namorado, papai passou a lamber meu saco, enquanto o namorado me chupava. Este, vendo a língua do meu pai no meu saco, parou de me chupar e ofereceu minha rola ao meu pai, que, sem hesitar, a engoliu. Agora que meu pai estava me chupando, senti que podíamos fazer tudo o que quiséssemos. Após um bom tempo, saí da cabeceira da cama e fui até a bunda do meu pai. Meti meu rosto no meio de sua bunda linda e passei a chupar seu cuzinho. Papai gemia e pedia que metesse a língua no seu cu. Fui lambendo, até que lhe disse que ia meter algo além da língua. Dizendo isso, ajeitei-me atrás de papai, que continuava a foder o namorado, posicionei meu pau em sua entrada e fui metendo. À medida que ele fodia o namorado no movimento de vai e vem, meu pai ia entrando nele.
Quando eu pedi para ser comido por papai, seu namorado saiu debaixo dele e, com o pau na mão, disse que seu sonho era me ver ser enrabado pelo meu próprio pai. Fiquei de 4 e meu pai veio por trás e meteu sua rola imensa e dura dentro de mim. O namorado de papai, se masturbando intensamente, gemia de tesão ao me ver ser comido por papai. Pedi ao namorado de papai que me deixasse chupá-lo, enquanto era enrabado. Não esqueço a maravilhosa sensação de ter no cu e na boca as rolas dos dois homens que eu mais amo na vida.
Papai perguntou-me se podia gozar dentro do meu cu. Antes que eu pudesse responder, ele me agarrou com força pela cintura e meteu com força o pau no meu cu, mantendo-o todo dentro de mim por algum tempo. Quase urrando de tesão, papai jorrou sua porra dentro do meu cu, lubrificando-o ainda mais e fazendo com que sua rola deslizasse ainda mais facilmente dentro de mim. Percebendo que papai gozara, seu namorado gozou em minha boca. Masturbando-me, gozei abundantemente nos lençóis da cama.
O mercado de pornografia gay ficou em polvorosa quando foi publicada uma foto – que papai registrara através do “timing” de sua câmera fotográfica – em que pai e filho de paus duros fazem um sanduíche com o namorado de um deles. As ofertas para um ensaio fotográfico com os 3 têm sido tentadoras em termos financeiros, mas ainda não decidimos se vamos mostrar toda a nossa intimidade a 3 para todos os leitores.

Papae e filho malhado fazendo a festa na sauna

Depois que eu e meu pai nos tornamos amantes, conforme narrei no conto “Malhação”, fomos uma noite a uma sauna gay, pois eu queria transar com meu pai na frente de muita gente. Me dá um tesão enorme ver as pessoas batendo punheta ao nos ver transar.
Fomos a uma sauna 24h na Frei Caneca, em São Paulo, quando já passava das 22h00. Entramos, tiramos nossas roupas e nos dirigimos ao chuveiro, onde, já de paus duros, chamamos muita atenção devido aos nossos corpos perfeitos e nossas rolas bem dotadas. Enquanto nos banhávamos e mexíamos em nossos paus, vários homens muito interessantes ficaram por perto olhando ou fingindo tomar banho também.
Entramos na sauna seca e nos sentamos no banco de baixo, lado a lado. Os homens foram entrando. Três sentaram-se atrás de nós, dois ao nosso lado e mais quatro ficaram em pé, nos olhando. Eu e papai ficamos nos masturbando, o que foi correspondido por todos, que também tocaram em seus paus duros. Peguei no pau de papai e ele pegou no meu, ao mesmo tempo em que começamos a nos beijar. Gemidos e aumento do som das mãos tocando punhetas invadiram a sauna seca.
Após um bom período assim, levantei-me e fiz papai recostar-se, tocando as costas nas pernas abertas do homem que estava bem atrás dele. Subi no primeiro degrau da sauna, com uma perna de cada lado de papai e fui descendo, até meu cu encontrar o pau dele. Comecei a cavalgar papai e, depois, voltamos a nos beijar, abraçados. Visivelmente, nossas línguas se cruzavam num beijo longo, intenso, profundo, cheio de tesão. Algumas mãos tocavam nossos corpos, nossas faces, o meu pau. Alguém passou a mão na minha bunda para se certificar de que eu estava sendo realmente comido ali na frente de todos. Uma voz soou audível para todos: “Puta que pariu! O cara tá mesmo com a rola toda dentro do cu!” Um deles teve coragem de colocar o pau entre a boca de papai e a minha, o que nos fez passar nossas línguas por toda a extensão daquela rola gostosa. Aí outro cara, visto que nós correspondíamos aos toques, ofereceu a rola pelo outro lado. Abocachei uma e papai abocanhou a outra. As masturbações e os gemidos aumentaram. Ficamos rodeados de rolas duras sendo masturbadas.
Quando o cara que eu chupava tirou o pau da minha boca, intensificou a punheta e os gemidos e gozou na nossa cara, papai falou bem alto: “Isso, meu, dá um banho de porra na gente!” A esporrada em cima de nós por esse primeiro homem motivou os outros a fazerem o mesmo. Gemendo alto e dizendo muita sacanagem, todos os homens presentes – os nove que entraram com a gente e mais dois que entraram depois e ficaram por ali se punhetando também – iniciaram uma sucessão de gozos em cima de nós, dando-nos um banho de porra como nunca havíamos visto antes, nem mesmo em filmes de orgia gay. Veio porra de tudo quanto era lado. Uma cabeça colocada entre eu e meu pai abocanhou minha rola melada e me chupou até eu gozar. Enquanto eu gozava, senti o pau de papai pulsar repetidamente dentro de mim. A expressão no rosto cheio de porra de papai indicava que ele também estava gozando.
Foram saindo um a um. Finalmente, levantei-me, tirando o pau gozado de papai de dentro do meu cu e fomos para o chuveiro. Alguns homens ainda estavam por ali, se banhando. Entramos debaixo da ducha e começamos a nos lavar. Eu esfreguei papai até tirar toda a porra de seu corpo e ele fez o mesmo comigo. Quando abaixou-se para lavar as minhas pernas, começou a chupar meu pau que ainda estava duro. Chupava com tanta vontade e volúpia, que mais dois se juntaram a nós e ele passou a chupá-los alternadamente, chamando a atenção dos que passavam e dos que estavam nos vendo do bar através do vidro. Quando novamente gozei, agora na boca de papai, ele levantou-se e deu-me a língua cheia de porra para chupar, fazendo-me beber a minha gala em sua boca e provocando gemidos e gozos de outros homens. Terminamos o banho e fomos nos vestir para ir embora. Vários homens passavam por nós, olhando com desejo, talvez imaginando no íntimo que gostariam de transar a sós conosco. Já na casa de papai, a lembrança do que havíamos feito na sauna nos encheu de tesão novamente, obrigando-me a meter a vara no cu de papai, que, de quatro, rebolava gostoso e me dizia sacanagens que aumentavam ainda mais o meu tesão. Só depois que eu gozei no cu dele e ele na minha boca é que conseguimos dormir, exaustos e satisfeitos, abraçados, eu com a cabeça recostada em seu peito liso e bem torneado.